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Questão de Medicina — Anatomia e Fisiologia Humana em Medicina — CESPE / CEBRASPE 2013

MedicinaAnatomia e Fisiologia Humana em Medicina
Código
ce020259
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
SESA-ES
Ano
2013
Nível
Superior
Cargo
CESPE - - Médico - Regulador
Um paciente com sessenta e quatro anos de idade é tabagista e tem história de dislipidemia. Já teve infarto agudo do miocárdio aos cinquenta e sete anos de idade e foi indicado tratamento medicamentoso, porém não adere ao tratamento ou a mudanças no estilo de vida. Há alguns meses, vem se queixando de cansaço progressivo e inchaço nos pés. Houve agravamento recente do quadro, passando o paciente a apresentar dispneia aos pequenos esforços e ortopneia. A respeito dessa situação, assinale a opção correta.
  1. AA melhor opção terapêutica é o tratamento com betabloqueadores, associados ao inibidor da enzima de conversão da angiotensina ou bloqueador do receptor da angiotensina. Há evidências de benefícios clínicos na mortalidade global, na morte por insuficiência cardíaca e na morte súbita, além de melhora dos sintomas e redução de novas internações.
  2. BEstudos recentes não demonstraram qualquer benefício com a dosagem do pepídeo natriurético do tipo B para o diagnóstico de congestão pulmonar e manejo da insuficiência cardíaca crônica.
  3. CA restrição de sal deve ser sempre recomendada, pois estudos clínicos demonstram a melhora da insuficiência cardíaca em todos os pacientes submetidos à restrição rigorosa de sódio da dieta (< 1 g/dia).
  4. DA utilização de hidralazina ou de nitrato deve ser considerada apenas se houver hipertensão descompensada e angina refratária, quando associadas à insuficiência cardíaca.
  5. EOs bloqueadores de canais de cálcio são medicações de primeira linha no tratamento da insuficiência cardíaca crônica de qualquer causa.
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GabaritoA — A melhor opção terapêutica é o tratamento com betabloqueadores, associados ao inibidor da enzima de conversão da angiotensina ou bloqueador do receptor da angiotensina. Há evidências de benefícios clínicos na mortalidade global, na morte por insuficiência cardíaca e na morte súbita, além de melhora dos sintomas e redução de novas internações.

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