Obras de Terra – Remoção e Substituição de Solo Mole
Gabarito: Errado. A afirmação de que a remoção da camada de solo mole e sua substituição (bota-fora) deve ser adotada como principal solução para ocorrências com comprimento maior que 200 m e espessura maior que 3 m está incorreta. Para grandes extensões e espessuras, essa solução torna-se antieconômica e ambientalmente impactante, sendo preferíveis outras técnicas como pré-carga com drenos verticais, colunas de pedra ou geodrenos.
❌ ERRADO
A remoção e substituição de solo mole é uma solução viável apenas para ocorrências de pequena escala (espessuras reduzidas e comprimentos curtos). Para as dimensões mencionadas (L > 200 m e h > 3 m), o volume de material a ser removido é muito grande, gerando custos elevados de escavação, transporte e destinação do bota-fora, além do impacto ambiental da área de empréstimo. A prática corrente em obras de terra recomenda, nesses casos, o emprego de métodos de aceleração de adensamento (drenos verticais, pré-carga) ou reforço do maciço (colunas de pedra).
A banca explora uma {{generalização indevida}}: o enunciado apresenta uma regra simplista que não se aplica a grandes volumes. O candidato deve lembrar que a engenharia geotécnica privilegia soluções mais econômicas e sustentáveis para camadas espessas e extensas.
Gabarito: Errado