Questão de Contabilidade Pública — Ingressos e Dispêndios Públicos — CESPE / CEBRASPE 2018
Contabilidade Pública›Ingressos e Dispêndios Públicos
Código
ce100691
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
SEFAZ-RS
Ano
2018
Nível
Superior
Cargo
CESPE - - Auditor do Estado - Bloco II
O nível da codificação da receita orçamentária utilizado para mensurar o impacto das decisões do governo na economia denomina-se
Acategoria econômica.
Brubrica.
Calínea.
Dorigem.
Eespécie.
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GabaritoA — categoria econômica.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Classificação da Receita Orçamentária
Gabarito: letra A — categoria econômica. O nível de classificação por natureza da receita (categoria econômica) é o que permite mensurar o impacto das decisões governamentais na economia, dividindo as receitas em correntes e de capital (MCASP, classificação por natureza).
A classificação da receita orçamentária obedece a uma estrutura hierárquica: categoria econômica (1º dígito), origem (2º), espécie (3º), rubrica (4º), alínea (5º) e subalínea (6º). Cada nível tem uma finalidade específica. O enunciado pede exatamente aquele que mede o impacto econômico, que é o primeiro nível: a categoria econômica.
Classificação da receita (natureza)
11º dígito: Categoria econômica
Corrente
Capital
Mede impacto na economia
22º dígito: Origem
Ex.: impostos, contribuições
33º dígito: Espécie
Ex.: aluguel, arrendamento
44º dígito: Rubrica
Ex.: Imposto sobre a Renda
55º dígito: Alínea
Ex.: IRPF
66º dígito: Subalínea
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A categoria econômica (1º dígito) classifica a receita como corrente ou de capital. Esse é o nível utilizado para avaliar o efeito das ações do governo sobre a economia nacional, como formação de capital e custeio. É o que consta expressamente nos manuais de contabilidade pública como o "nível de classificação por natureza" que obedece ao critério econômico.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Rubrica é o 4º nível da classificação por natureza, correspondente a desdobramentos mais analíticos da receita, como "Imposto sobre a Renda" dentro de determinado imposto. Não serve para medir impacto econômico agregado.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Alínea é o 5º nível, ainda mais analítico, detalhando a rubrica. Exemplo: dentro da rubrica "Imposto sobre a Renda", a alínea pode ser "Imposto de Renda Pessoa Física". Também não é o nível de impacto econômico.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Origem é o 2º nível, que identifica a origem da receita (ex.: impostos, contribuições, receitas patrimoniais). Ajuda na análise fiscal, mas não mensura diretamente o impacto das decisões na economia.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Espécie é o 3º nível, associado à natureza do fato gerador (ex.: aluguel, arrendamento). É mais detalhado e não tem a função de medir impacto econômico macro.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca os níveis da classificação da receita. Os candidatos confundem "categoria econômica" (1º nível) com outros níveis como origem ou espécie, que são mais comuns em questões de identificação de rubricas. Lembre-se: a categoria econômica é o primeiro dígito e tem finalidade macroeconômica; os demais são analíticos.