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Questão de Enfermagem — Doenças Crônicas Não Transmissíveis — CESPE / CEBRASPE 2021

EnfermagemDoenças Crônicas Não Transmissíveis
Código
ce119705
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
COREN-SE
Ano
2021
Nível
Superior
Cargo
Enfermeiro Fiscal
Caso clínico 1A2
    Um homem de 62 anos de idade está sendo acompanhado no ambulatório de estomaterapia para tratamento de lesão em membro inferior esquerdo (MIE). O paciente é fumante de longa data, hipertenso e tem dislipidemia. Ele informou ter hábito de sono regular, sem queixas, possuir doença arterial obstrutiva periférica diagnosticada há um ano e lesão no MIE há um ano e dois meses. O paciente apresenta quadro de dor na lesão, classificada como 7 pontos na escala até 10. Ele informou que a dor está presente desde o início da doença, mas que se agravou na última semana. O paciente possui, ainda, lesão arterial em MIE, que se localiza na região pré-tibial, circular, com área atual de 2,0 cm2, profunda parcial (até subcutâneo), hipocorada, não infectada, com tecido necrótico seco estável aderido em toda extensão, ausência de pelos na região perilesional, sem exudato, sem odor desagradável, pododáctilo esquerdo cianótico, e pulsos femoral, poplíteo e tibial ausentes (apenas em MIE). Apresenta marcha claudicante, índice de pressão tornozelo-braço (ITB) de 0,45 à esquerda e de 1,0 à direita. Seu número de hemácias está diminuído. O paciente exibe expressão facial de dor no momento do curativo. 
Ainda com relação ao caso clínico 1A2, para o cuidado da lesão arterial, recomenda-se
  1. Auso da Bota de Unna.
  2. Blimpeza com solução fisiológica 0,9%, mantendo a ferida protegida, o membro aquecido e, até a determinação completa do estado de perfusão, não fazer desbridamento cirúrgico.
  3. Cuso de cobertura primária à base de alginato de cálcio, cobertura secundária com gazes e compressão com meia elástica.
  4. Dlimpeza com líquido de Dakin, seguida de cobertura com sulfadiazina de prata e carvão ativado.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoB — limpeza com solução fisiológica 0,9%, mantendo a ferida protegida, o membro aquecido e, até a determinação completa do estado de perfusão, não fazer desbridamento cirúrgico.

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