Auditor De Controle Interno Do Distrito Federal – Especialidade Finanças E Controle
Texto CC1A2
No encerramento do primeiro exercício financeiro de uma
entidade do setor público, verificou-se que as seguintes
transações foram realizadas.
I Aprovação da lei orçamentária anual no valor de
R$ 100.000,00, sendo 80% na categoria econômica corrente e
20% na categoria econômica de capital, tanto para a receita
pública quanto para a despesa pública.
II Lançamento de impostos no valor de R$ 80.000,00, tendo
sido arrecadada metade desse valor.
III Empenho e liquidação de despesas de pessoal no valor de
R$ 60.000,00, tendo sido metade paga no exercício e metade
inscrita em restos a pagar.
IV recebimento de um veículo em doação no valor de
R$ 72.000,00, tendo sido registrados R$ 12.000,00 de
depreciação durante o exercício.
Conforme os dados apresentados no texto CC1A2, o fechamento da demonstração dos fluxos de caixa (DFC) da entidade referenciada no texto CC1A2, encerrada no exercício em tela, mostrará que a geração líquida de caixa do período foi
Anegativa em R$ 20.000.
Bpositiva em R$ 10.000.
Cpositiva em R$ 20.000.
Dpositiva em R$ 50.000.
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GabaritoB — positiva em R$ 10.000.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) – Geração Líquida de Caixa
Gabarito: letra B. A geração líquida de caixa foi positiva em R$ 10.000,00. A DFC registra apenas entradas e saídas efetivas de caixa. Aprovação orçamentária não gera caixa; a arrecadação de impostos (R$ 40.000,00) e o pagamento de pessoal (R$ 30.000,00) são os únicos itens com efeito caixa. Doação de veículo e depreciação são não caixa.
A banca testa a capacidade de distinguir entre fatos que afetam o caixa e aqueles que são meramente orçamentários ou não caixa. Vamos analisar cada transação:
I – Aprovação da LOA (R$ 100.000,00): mera previsão orçamentária. Nenhum recurso entrou ou saiu do caixa. Efeito caixa = R$ 0.
II – Lançamento e arrecadação de impostos (R$ 80.000,00 lançados, R$ 40.000 arrecadados): o lançamento é o reconhecimento do crédito; a arrecadação é o ingresso de caixa. Entrada efetiva = R$ 40.000,00.
III – Empenho, liquidação e pagamento de pessoal (R$ 60.000,00 empenhados/liquidados, metade paga): o pagamento é a saída de caixa. Saída efetiva = R$ 30.000,00.
IV – Doação de veículo (R$ 72.000,00) e depreciação (R$ 12.000,00): a doação não envolve caixa (é recebimento de ativo imobilizado); a depreciação é despesa não caixa. Efeito caixa = R$ 0.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma geração negativa de R$ 20.000,00. Desconsidera que a arrecadação foi de R$ 40.000,00 e o pagamento de R$ 30.000,00, resultando em saldo positivo.
Aponta R$ 20.000,00 positivos. Esse valor surge se alguém considerar que metade dos impostos arrecadados (R$ 40.000) menos metade das despesas pagas (R$ 30.000) não fecha; ou se incluir equivocadamente a depreciação como caixa.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Indica R$ 50.000,00 positivos. Provável erro de incluir os R$ 72.000,00 da doação como entrada de caixa ou confundir a arrecadação total dos impostos (R$ 80.000).
PEGA ESSA DICA!
Na DFC, separe os fatos que efetivamente movimentam caixa (arrecadação, pagamento, recebimento de empréstimos, etc.) daqueles meramente orçamentários ou não caixa (empenho, liquidação, depreciação, doações de bens). Uma tabela rápida: