Questão de Governança de TI — Planejamento Estratégico de TI (PETI) — CESPE / CEBRASPE 2024
Governança de TI›Planejamento Estratégico de TI (PETI)
Código
ce171035
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
CNJ
Ano
2024
Nível
Médio
Cargo
Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Programação de Sistemas
A respeito do planejamento estratégico no âmbito da tecnologia da informação e comunicação (TIC), julgue o item a seguir.No gerenciamento de serviços de TIC, cada órgão do Poder Judiciário deverá adotar, em seu PDTIC, um padrão próprio de uso de credenciais de login e interface de interação de sistemas.
CCerto
EErrado
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoE — Errado
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Planejamento estratégico de TIC – PDTIC
Gabarito: Errado. A afirmação de que cada órgão do Poder Judiciário deve adotar padrão próprio de credenciais e interface contraria o princípio de padronização e interoperabilidade que rege a governança de TIC na administração pública. Em regra, os PDTICs devem observar diretrizes e padrões comuns estabelecidos pelos órgãos centrais (como o Conselho Nacional de Justiça – CNJ), e não criar padrões isolados.
A questão avalia o conhecimento sobre a necessidade de uniformização de sistemas e segurança no âmbito do Judiciário, evitando soluções fragmentadas que comprometam a integração e a eficiência.
NÃO CAIA NESSA!
A banca tenta fazer o candidato acreditar que a autonomia de cada órgão permite definir padrões próprios para login e interface. Na verdade, a governança de TIC no setor público preza pela padronização e compartilhamento de soluções, especialmente no Judiciário, onde o CNJ estabelece normas gerais (ex.: Resolução CNJ nº 211/2015 e 370/2021).
❌ ERRADO – Justificativa
Embora cada órgão tenha certo grau de autonomia na elaboração de seu PDTIC, aspectos críticos como credenciais de login e interface de interação de sistemas devem seguir padrões institucionais ou nacionais para garantir: segurança da informação, interoperabilidade entre sistemas e otimização de recursos. A criação de "padrão próprio" por cada órgão geraria riscos de incompatibilidade e retrabalho, contrariando as boas práticas de governança de TIC.