Questão de Geografia — Energia — CESPE / CEBRASPE 2024
- Código
- ce176250
- Banca
- CESPE / CEBRASPE
- Órgão
- MMA
- Ano
- 2024
- Nível
- Superior
- Cargo
- Analista Ambiental
- CCerto
- EErrado
GabaritoE — Errado
Gabarito: ERRADO. A transição energética justa não tem como princípio a privatização das empresas de energia; pelo contrário, seus princípios incluem equidade social, participação popular, acesso universal à energia limpa e proteção dos trabalhadores do setor fóssil. A privatização não garante, por si só, baixos custos ou queda de preços — isso depende de regulação, concorrência e políticas públicas. O texto-base ressalta a transição energética como pilar para enfrentar as mudanças climáticas, mas não associa esse movimento à privatização.
A banca testa o conhecimento sobre o conceito de "transição energética justa", um tema atual da geografia energética. O erro da afirmação está em vincular a transição justa a um princípio de privatização, quando, na verdade, a transição justa busca democratizar o acesso à energia e garantir benefícios para todos, muitas vezes por meio de fortalecimento do setor público ou de cooperativas.
A afirmação é falsa porque:
A transição energética justa prioriza a inclusão social e a redução das desigualdades, não a privatização.
A privatização não é condição para baixos custos; ela pode até elevar preços se não houver regulação adequada.
O texto de referência não menciona privatização; foca na necessidade de mudança do setor energético para enfrentar as mudanças climáticas.
Em questões sobre transição energética justa, lembre-se dos três pilares: ambiental (descarbonização), social (equidade, empregos verdes) e econômico (acesso a energia limpa a preços justos). A privatização não é um princípio, mas uma possível ferramenta — e raramente é associada à "justiça" energética.
Gabarito: ERRADO.
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