Cultura e religiosidade no Brasil colonial
Gabarito: letra B. A influência africana na culinária e música brasileiras é um fato histórico consolidado desde o período colonial, com exemplos como a feijoada e o samba. As demais alternativas apresentam afirmações falsas sobre o abandono voluntário de crenças, a homogeneidade linguística indígena, a ausência de ritos religiosos ou a homogeneidade cultural africana.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Os africanos escravizados não abandonaram voluntariamente suas crenças. Ao contrário, resistiram por meio do sincretismo religioso, mantendo elementos de suas religiões tradicionais mesmo sob coerção.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A cultura africana deixou marcas profundas no Brasil colonial, especialmente na culinária (feijoada, acarajé, vatapá) e na música (lundu, batuque, samba). Essas expressões são registradas desde o período colonial.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Os povos indígenas no Brasil colonial eram extremamente diversos linguisticamente. Pertenciam a diferentes troncos (tupi-guarani, macro-jê, aruaque) e falavam centenas de línguas distintas. Não havia uma "língua comum".
Alternativa D — ❌ Incorreta
Os indígenas possuíam crenças religiosas complexas e as praticavam em ritos – como festas, danças, cerimônias de passagem e rituais xamânicos. A afirmação nega a existência de práticas rituais, o que é falso.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A cultura e a religião dos africanos escravizados eram heterogêneas, pois vinham de diferentes regiões da África (Congo, Angola, Costa da Mina etc.), cada qual com tradições, línguas e crenças próprias. Não havia homogeneidade.
Gabarito: letra B.