Questão de Segurança da Informação — Criptografia — CESPE / CEBRASPE 2024
Segurança da Informação›Criptografia
Código
ce189084
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TCE-PR
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Auditor de Controle Externo – Área: Informática
Acerca da estrutura do padrão AES de criptografia, é correto afirmar que
Aquatro estágios são usados na estrutura AES, sendo três de permutação e um de substituição.
Ba estrutura do AES pode ser considerada uma estrutura clássica de Feistel, pela forma como processa os blocos de dados.
Ccada quarta parte do bloco de dados, na estrutura do AES, é usada alternadamente para modificar as outras três partes.
Da chave fornecida como entrada para o AES é expandida em uma matriz de 16 bytes que serve como chave para cada rodada.
Eo AES processa todo o bloco de dados como uma matriz única durante cada rodada, usando substituições e permutações.
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GabaritoE — o AES processa todo o bloco de dados como uma matriz única durante cada rodada, usando substituições e permutações.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
AES (Advanced Encryption Standard) - Estrutura
Gabarito: letra E. O AES processa todo o bloco de dados como uma matriz única durante cada rodada, utilizando substituições e permutações. Essa é uma característica fundamental que o diferencia das cifras de Feistel, conforme descrito no material de estudo sobre o AES.
A banca testa o conhecimento da estrutura do AES, especialmente o número e tipo de estágios, a ausência de estrutura Feistel e como as chaves de rodada são geradas. Vamos analisar cada alternativa.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que quatro estágios são usados, sendo três de permutação e um de substituição. Na verdade, são quatro estágios: um de permutação (ShiftRows) e três de substituição (SubBytes, MixColumns, AddRoundKey). O material de apoio afirma claramente: "Quatro estágios diferentes são usados, um de permutação e três de substituição." A alternativa inverte os papéis.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Diz que a estrutura do AES pode ser considerada uma estrutura clássica de Feistel. O material é enfático: "ela não é uma estrutura Feistel." No Feistel, metade do bloco modifica a outra metade; o AES processa o bloco inteiro como uma matriz única.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Afirma que cada quarta parte do bloco é usada alternadamente para modificar as outras três partes. Essa é exatamente a descrição de uma estrutura Feistel, que o AES não utiliza. O AES processa todo o bloco como uma matriz, sem divisão em partes que se alternam.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Diz que a chave fornecida como entrada é expandida em uma matriz de 16 bytes que serve como chave para cada rodada. O material explica que a chave é expandida em um array de 44 words (para AES-128), e que quatro words distintas (128 bits = 16 bytes) servem como chave para cada rodada. A afirmação é imprecisa ao dizer "uma matriz de 16 bytes que serve como chave para cada rodada", pois dá a entender que a mesma matriz é reutilizada, quando na verdade são geradas chaves de rodada diferentes a partir da expansão. Cada rodada recebe uma chave de 16 bytes, mas não é a mesma matriz.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O material afirma: "AES processa o bloco de dados inteiro como uma única matriz durante cada rodada usando substituições e permutação." Exatamente o que a alternativa descreve. O AES trata o bloco de 128 bits como uma matriz 4×4 de bytes, aplica transformações (SubBytes, ShiftRows, MixColumns, AddRoundKey) e, ao final, obtém o texto cifrado.
PEGA ESSA DICA!
Lembre-se: AES não é Feistel; são 4 estágios — 3 substituições (SubBytes, MixColumns, AddRoundKey) e 1 permutação (ShiftRows). A chave de rodada é um subconjunto da chave expandida, e cada rodada tem sua própria chave de 128 bits.