Questão de Auditoria Governamental — Processo de Auditoria — CESPE / CEBRASPE 2024
Auditoria Governamental›Processo de Auditoria
Código
ce189484
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TSE
Ano
2024
Nível
Superior
Cargo
Analista Judiciário - Área: Administrativa - Especialidade: Contabilidade
Acerca da execução de auditoria governamental, julgue o item que se segue.As fragilidades das evidências podem surgir de informações obtidas de amostras não representativas, baseadas em apenas uma fonte ou em testemunhas não corroboradas por documento.
CCerto
EErrado
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoC — Certo
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Execução de Auditoria Governamental – Fragilidades das Evidências
Gabarito: ✅ Certo. A afirmação está correta porque amostras não representativas, fontes únicas e testemunhos não corroborados por documentos são, de fato, situações que comprometem a qualidade (confiabilidade e suficiência) das evidências de auditoria. Esses fatores são expressamente reconhecidos nas normas de auditoria (ex.: NBC TA 200, NBC TA 500) como redutores da confiabilidade da evidência.
A banca cobra o entendimento de que evidências devem ser obtidas de fontes variadas e independentes, em quantidade e qualidade adequadas. Amostras não representativas geram risco de amostragem; base em uma única fonte fragiliza a corroboração; e testemunhas sem amparo documental são menos confiáveis do que evidências documentais.
SE LIGUE NESSA!
O item sintetiza três fragilidades clássicas previstas na doutrina e nas normas internacionais de auditoria (ISAs/ISSAIs). A assertiva está em plena conformidade com o que se espera do auditor governamental na execução dos trabalhos.
Fragilidades das evidências: Amostra não representativa (Risco de amostragem); Fonte única (Falta de corroboração); Testemunho não documentado (Menos confiável que evidência documental)