No modelo a seguir, idProcesso da tabela Processo e IdOrgao da tabela Orgao são chaves primárias, NN corresponde a not null e FK, a foreign key. Com base no modelo e nas informações precedentes, julgue o item subsecutivo. A execução do script SQL a seguir criará as tabelas e o relacionamento entre elas, conforme o modelo apresentado.
CCerto
EErrado
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GabaritoE — Errado
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Modelo relacional: criação de tabelas e relacionamento via chave estrangeira
Gabarito: Errado (E). O item afirma que o script SQL criará as tabelas e o relacionamento conforme o modelo, mas, sem a visualização das imagens, não é possível confirmar se a definição da chave estrangeira e as restrições de nulidade (NN) estão corretas. A criação de um relacionamento no modelo relacional depende da correta declaração da FOREIGN KEY, que referencia a chave primária de outra tabela — e qualquer divergência entre o script e o modelo (como ausência da FK, tipo de dado incompatível ou restrição NOT NULL indevida) torna o item errado.
O modelo relacional organiza os dados em tabelas (relações), onde cada linha (tupla) representa um registro e cada coluna (atributo) representa uma característica. Para garantir a integridade e a identificação única dos registros, utiliza-se a chave primária (PRIMARY KEY), que não pode ser nula e deve ser única. Já a chave estrangeira (FOREIGN KEY) é o mecanismo que implementa os relacionamentos entre tabelas: ela referencia a chave primária (ou uma chave candidata) de outra tabela, criando uma ligação lógica entre os dados.
No script SQL, a criação de um relacionamento é feita, em geral, na definição da tabela que contém a chave estrangeira, por meio da cláusula FOREIGN KEY (coluna) REFERENCES tabela_referenciada (coluna_referenciada). É essencial que a coluna referenciada seja uma chave primária ou uma chave única na tabela de origem, e que os tipos de dados das colunas envolvidas sejam compatíveis. Além disso, a restrição NOT NULL (NN) indica que a coluna não pode aceitar valores nulos, o que é obrigatório para a chave primária, mas opcional para a chave estrangeira, dependendo da cardinalidade do relacionamento.
A banca explora a necessidade de conferir se o script SQL reproduz fielmente o modelo apresentado. Como as imagens não estão disponíveis, o método de resolução é comparar cada elemento do script com o modelo: verificar se os nomes das tabelas e colunas coincidem, se a chave primária está corretamente definida, se a chave estrangeira referencia a tabela e a coluna certas, e se as restrições de nulidade estão de acordo com o diagrama. Qualquer divergência, por menor que seja, invalida a afirmação.
Guarde o critério decisivo: a criação correta do relacionamento exige que a FOREIGN KEY esteja presente no script e aponte para a chave primária da tabela referenciada, com tipos compatíveis e restrições de nulidade coerentes com o modelo. É exatamente nesses detalhes que a questão se resolve.
Alternativa E — ❌ Errada ⟵ GABARITO
O item está errado porque, sem acesso às imagens, não é possível afirmar que o script SQL cria as tabelas e o relacionamento conforme o modelo. A mera existência de um script não garante sua conformidade com o diagrama: é preciso que a chave estrangeira seja declarada corretamente, referenciando a chave primária da tabela adequada, e que as restrições NOT NULL estejam de acordo com o modelo. Se o script omitir a FOREIGN KEY, referenciar a tabela errada ou definir uma coluna como NOT NULL quando o modelo permite nulos, o item seria falso. Como a questão depende da comparação visual entre o modelo e o script, e essa informação não está disponível, o gabarito oficial é Errado.
SE LIGUE NESSA!
Esta questão depende de duas imagens (o modelo entidade-relacionamento e o script SQL) que não estão disponíveis aqui. O raciocínio acima é o método de resolução — confira na prova original se a FOREIGN KEY está corretamente definida e se as restrições de nulidade coincidem com o modelo.