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Questão de Português — Interpretação de Textos — CESPE / CEBRASPE 2024

PortuguêsInterpretação de Textos
Código
ce192364
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim - ES
Ano
2024
Nível
Médio
Considerando os tempos e modos verbais empregados no texto CG3A1, julgue o item seguinte.A substituição de “diria” (segundo período do segundo parágrafo) por dizia preservaria a coerência e a correção gramatical do texto.
  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoC — Certo

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Substituição de “diria” por “dizia” — preservação da coerência e correção gramatical

Gabarito: Certo (C). A substituição de “diria” por “dizia” mantém a correção gramatical e a coerência do texto, pois ambas as formas verbais podem expressar ação habitual ou característica no passado, conforme comprova o trecho: “como diria minha avó” (segundo período do segundo parágrafo).

Análise da forma original

No texto, “diria” é a forma do futuro do pretérito do verbo “dizer”. Nesse contexto, indica uma ação que a avó costumava dizer, uma espécie de discurso repetido ou característico. O futuro do pretérito é frequentemente usado para expressar incerteza, cortesia ou, como aqui, uma fala habitual no passado com valor de “costumava dizer”.

Substituição por “dizia”

“Dizia” é o pretérito imperfeito do indicativo, que também expressa ação habitual ou contínua no passado. No mesmo contexto, “como dizia minha avó” é perfeitamente gramatical e mantém o sentido de uma fala repetida ou característica da avó. Não há alteração temporal relevante: ambas as formas situam a ação no passado, sem prejuízo da progressão narrativa.

Coerência e correção

A coerência textual não é afetada, pois a referência temporal (passado habitual) permanece a mesma. A correção gramatical também é preservada, já que “dizia” é forma verbal válida e concorda normalmente com o sujeito “minha avó”. O item, portanto, está correto.

Conclusão

A banca testa o conhecimento sobre a equivalência semântica entre o futuro do pretérito e o pretérito imperfeito em contextos de habitualidade no passado. A substituição é plenamente aceitável. Gabarito: Certo (C).

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