Substituição de "para detecção de notícias falsas"
Gabarito: C. A única alternativa gramaticalmente correta e que preserva o sentido é "para detetar notícias falsas", pois emprega corretamente o verbo transitivo direto 'detetar' sem preposição e mantém a ideia de finalidade.
Análise das alternativas
Texto original: "gerou um método para detecção de notícias falsas"
A função do segmento é indicar a finalidade do método. Ao substituir por uma oração com verbo, devemos manter a transitividade direta do verbo "detetar" (ou "detectar") e a correta concordância, quando houver.
Alternativa A — ❌ Incorreta
"para se detetar de notícias falsas" — O verbo "detetar" é transitivo direto, não exige preposição. O "de" é um excesso que torna a regência incorreta.
> 💡 Dica: Lembre-se: verbos como "detetar", "analisar", "reconhecer" não pedem preposição antes do objeto.
Alternativa B — ❌ Incorreta
"para que se detete de notícias falsas" — Mesmo erro de regência: o "de" é indevido. Ainda que a locução "para que" esteja correta, a preposição invalida a construção.
Alternativa C — ✅ Correta
"para detetar notícias falsas" — Infinitivo impessoal com objeto direto, sem preposição. Equivale semanticamente a "para detecção de notícias falsas". Correta regência e sentido preservado.
Alternativa D — ❌ Incorreta
"para que fosse detectadas notícias falsas" — Erro de concordância: o verbo "fosse" (singular) não concorda com o sujeito paciente "notícias falsas" (plural). O correto seria "fossem detectadas". Além disso, a locução "para que" poderia ser usada, mas a falha de concordância a desqualifica.
Alternativa E — ❌ Incorreta
"para que seja detectado notícias falsas" — Erro duplo: o particípio "detectado" está no masculino singular, mas "notícias falsas" é feminino plural. O correto seria "sejam detectadas".
Conclusão
Apenas a alternativa C respeita a regência do verbo e a concordância, além de manter a coerência finalística. Gabarito: letra C.