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Questão de Auditoria — Auditoria Independente (Externa) — CESPE / CEBRASPE 2025

AuditoriaAuditoria Independente (Externa)
Código
ce194905
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
ANM
Ano
2025
Nível
Superior
Cargo
Especialista em Recursos Minerais - Especialidade: Qualquer Área de Formação (Fiscalização e Distribuição de Receita)
Considerando as evidências de auditoria e as fraudes na escrita contábil, julgue o item seguinte.A baixa fictícia de títulos a receber configura um exemplo clássico de erro contábil não intencional.
  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoE — Errado

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Baixa fictícia de títulos a receber: fraude vs erro

Gabarito: Errado (E). A baixa fictícia de títulos a receber constitui fraude, e não erro contábil não intencional, pois envolve ação dolosa para ocultar valores ou manipular resultados. O erro contábil é involuntário; a fraude é intencional.

A banca testa a distinção fundamental entre erro e fraude em auditoria. A baixa fictícia é um exemplo clássico de fraude (maquiagem de contas), não de erro.

Distinção erro × fraude
  • 1Erro contábil
    • Não intencional
    • Ex.: omissão por engano
  • 2Fraude
    • Intencional (dolosa)
    • Ex.: baixa fictícia de títulos
    • Ex.: adulteração de valores
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NÃO CAIA NESSA!

A banca troca o conceito de fraude por erro. A palavra "fictícia" já indica artificialidade e intenção — logo, é fraude. Fique atento: erro é não intencional (ex.: omissão de registro por engano); fraude é dolosa (ex.: adulteração de valores).

ERRADO — A afirmativa está incorreta.

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