Independência de dados em SGBD
Gabarito: letra C. A independência de dados significa que as aplicações não precisam conhecer detalhes da estrutura física de armazenamento, pois o SGBD mantém um catálogo (metadados) que descreve a estrutura. Isso permite que alterações no esquema não exijam modificação nos programas – essência da independência.
A banca cobra o conceito central de independência de dados, que deriva da característica de autodescrição do SGBD. Cada alternativa representa uma funcionalidade diferente.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Descreve controle de acesso (segurança). Impedir acesso não autorizado é função de autenticação/autorização, não de independência.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Refere-se ao compartilhamento e concorrência – controle de transações simultâneas, garantido pelo mecanismo de concorrência, não pela independência.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Exatamente a definição: o SGBD armazena metadados (dados sobre os dados) no catálogo, tornando o sistema autodescritivo. As aplicações consultam o catálogo para entender a estrutura, não precisando ter esse conhecimento embutido. É a base da independência lógica e física.
(Conceito extraído do material: "Natureza de autodescrição: contém uma definição ou descrição completa de sua estrutura e restrições, além dos dados em si." E "Independência dos dados dos programas: estrutura dos arquivos de dados é armazenada no catálogo do SGBD separadamente dos programas de acesso.")
Alternativa D — ❌ Incorreta
Relaciona-se à abstração de dados: o SGBD oferece uma visão conceitual e funções de acesso, mas independência não é "fornecer código". A descrição está mais próxima de uma API de baixo nível.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Trata de restrições de integridade (chave única, domínio) – mecanismos que garantem validade dos dados, não independência.
Conclusão: A independência de dados é a capacidade de modificar esquemas sem afetar aplicações, apoiada pela autodescrição via catálogo. Gabarito: letra C.