Questão de Banco de Dados — DW - Data Warehouse — CESPE / CEBRASPE 2025
- Código
- ce202039
- Banca
- CESPE / CEBRASPE
- Órgão
- EMBRAPA
- Ano
- 2025
- Nível
- Superior
- Cargo
- Pesquisador – Área: Gestão da Informação – Subárea: Engenharia de Dados
- CCerto
- EErrado
GabaritoE — Errado
Gabarito: Errado. A afirmação inverte as características reais: a abordagem top-down (Inmon) é mais rígida, pois exige um modelo corporativo único e abrangente desde o início, enquanto a abordagem bottom-up (Kimball) é mais flexível e adaptável, permitindo construir data marts incrementais e ajustar o ETL conforme novas necessidades.
O conteúdo de apoio descreve as duas abordagens:
Abordagem EDW ou de Bill Inmon (top-down): "primeiramente é construído o Data Warehouse, modelando toda a empresa para se chegar a um único modelo corporativo, partindo posteriormente para os Data Marts construídos por assuntos ou departamentais."
Abordagem de Data Mart ou de Ralph Kimball (bottom-up): "Baseia-se na ideia de 'plano grande, construção pequena' ou 'dividir para conquistar', isto é, o mais viável para as empresas é desenvolver vários Data Marts para posteriormente integrá-los e, assim, chegar-se ao EDW."
A seguir, uma tabela comparativa que destaca as diferenças:
Característica | Top-Down (Inmon) | Bottom-Up (Kimball) |
|---|---|---|
Flexibilidade a mudanças | Menor (modelo único antecipado) | Maior (incremental, data marts independentes) |
Escopo inicial | Corporativo (enterprise-wide) | Departamental (data marts) |
Adaptabilidade do ETL | Rígido, pois ETL deve atender ao modelo global | Flexível, pois ETL pode ser ajustado por data mart |
Portanto, a afirmativa de que a abordagem top-down torna o ETL mais flexível e adaptável, enquanto a bottom-up o torna rígido, está errada.
Para não confundir: lembre-se de que Inmon = top-down = rígido (modela o todo primeiro) e Kimball = bottom-up = flexível (constrói pedaços e integra depois). Esse raciocínio resolve a maioria das questões sobre o tema.
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