Em relação à cronotanatognose, assinale a opção que apresenta, respectivamente, a correta sequência das fases da putrefação, conforme sua ordem cronológica, e exemplos de fatores intrínsecos e extrínsecos que influenciam sua marcha.
Aperíodo de coloração, período gasoso, período coliquativo e esqueletização; idade, peso, causa da morte; ambiente, temperatura, umidade
Bperíodo de coloração, período gasoso, período coliquativo e esqueletização; idade, orientação sexual, causa da morte; ambiente, temperatura, umidade
Cperíodo de coloração, período gasoso, autólise e esqueletização; idade, peso, causa da morte; ambiente, temperatura, umidade
Dperíodo de coloração, período gasoso, período coliquativo e mumificação; idade, peso, causa da morte; ambiente, temperatura, umidade
Emaceração, período gasoso, período coliquativo e esqueletização; idade, peso, causa da morte; ambiente, temperatura, umidade
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GabaritoA — período de coloração, período gasoso, período coliquativo e esqueletização; idade, peso, causa da morte; ambiente, temperatura, umidade
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Cronotanatognose – Fases da Putrefação e Fatores Influentes
Gabarito: Alternativa A. A cronotanatognose estuda a sequência temporal dos fenômenos cadavéricos. Na putrefação, a ordem clássica das fases destrutivas é: coloração → gasosa → coliquativa → esqueletização. Os fatores que modulam essa marcha dividem-se em intrínsecos (idade, peso, causa da morte) e extrínsecos (ambiente, temperatura, umidade). A única alternativa que apresenta ambos os elementos corretamente é a A.
Fase da Putrefação (ordem cronológica)
Fatores Intrínsecos
Fatores Extrínsecos
Período de coloração
Idade
Ambiente
Período gasoso
Peso
Temperatura
Período coliquativo
Causa da morte
Umidade
Esqueletização
—
—
1Coloração
2Gasosa
3Coliquativa
4Esqueletização
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Análise das Alternativas
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Apresenta a sequência exata: período de coloração, período gasoso, período coliquativo e esqueletização. Os fatores intrínsecos listados (idade, peso, causa da morte) são reconhecidos na literatura como influências internas, enquanto os extrínsecos (ambiente, temperatura, umidade) são os externos clássicos.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Embora a sequência das fases esteja correta, o fator intrínseco “orientação sexual” não é um parâmetro relevante para a putrefação. A banca trocou “peso” por um termo inadequado, desqualificando a alternativa.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Substitui o terceiro período por “autólise”. A autólise é um fenômeno abiótico inicial (destruição celular por enzimas próprias), anterior à putrefação, e não é uma fase putrefativa. A sequência correta é coloração → gasosa → coliquativa → esqueletização.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Substitui a esqueletização por “mumificação”. A mumificação é um fenômeno conservador, não integra a putrefação (processo destrutivo). A cronotanatognose da putrefação termina na esqueletização.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Inicia com “maceração”, que é um fenômeno destrutivo específico de cadáveres submersos, não a primeira fase da putrefação (que é o período de coloração). Além disso, a sequência está errada.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a diferença entre fenômenos destrutivos (putrefação) e conservadores (mumificação), além de confundir autólise (precoce) com fases putrefativas. Fique atento: a ordem correta da putrefação é coloração → gasosa → coliquativa → esqueletização, e os fatores intrínsecos não incluem orientação sexual.