Pré-eclâmpsia: conceito e conduta dietoterápica
Gabarito: Errado. A pré-eclâmpsia é uma doença de alto risco gestacional, e seu manejo não inclui redução da ingesta hídrica — conduta que pode ser prejudicial. A afirmação erra ao classificar a doença como de baixo risco e ao propor restrição hídrica como controle.
A banca testa o conhecimento sobre a definição e o tratamento dietoterápico da pré-eclâmpsia. Embora parte da descrição esteja correta (pressão arterial ≥140/90 mmHg, proteinúria e edema são achados frequentes), dois pontos tornam o item falso:
Risco: a pré-eclâmpsia é uma das principais causas de morbimortalidade materna e perinatal, sendo considerada de alto risco — jamais de baixo risco.
Conduta hídrica: a restrição de líquidos não é indicada; a abordagem padrão inclui controle pressórico com anti-hipertensivos, sulfato de magnésio para prevenção de convulsões e, quando indicado, interrupção da gestação. A redução da ingesta hídrica pode comprometer a perfusão placentária e agravar o quadro.
A literatura e os protocolos assistenciais (como o PCDT utilizado na Atenção Primária) reforçam que a pré-eclâmpsia exige vigilância intensiva e manejo especializado, não sendo uma condição controlável com simples restrição hídrica.
❌ ERRADO.
Gabarito: Errado