No quarto parágrafo do texto CG2A1, a forma pronominal “lo”, em “julgá-lo” (quarto período), retoma
A“direito” (segundo período).
B“especialista” (terceiro período).
C“vinho” (quarto período).
D“treinamento” (quarto período).
E“paladar” (quarto período).
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoC — “vinho” (quarto período).
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Retomada do pronome “lo” em “julgá-lo”
Gabarito: letra C.
A forma pronominal “lo” é a variante do pronome oblíquo átono “o” (objeto direto) que ocorre depois de verbo terminado em -R. No trecho “que justifica todos os anos de treinamento que fizeram seu paladar se tornar apto para julgá-lo”, o verbo “julgar” rege diretamente o pronome “o”, que se refere ao vinho – o objeto que o especialista aprecia e julga.
“Ele sente que aqui está um vinho que merece toda a sua atenção; que justifica todos os anos de treinamento que fizeram seu paladar se tornar apto para julgá-lo.”
Portanto, o pronome retoma “vinho”, núcleo do sintagma nominal que funciona como objeto direto de “julgar”.
Alternativa A — ❌ Incorreta
“direito” – Não faz parte da mesma estrutura sintática; “direito” aparece no período anterior como parte da expressão “por direito”, não sendo o alvo do verbo “julgar”.
Alternativa B — ❌ Incorreta
“especialista” – É o sujeito da oração (“Ele sente...”), não o objeto. O pronome “o” jamais poderia retomar o sujeito.
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
“vinho” – Conforme demonstrado, é o termo que completa o sentido de “julgar”. A frase afirma que o paladar se tornou apto para julgar o vinho.
Alternativa D — ❌ Incorreta
“treinamento” – Embora esteja na mesma oração, o treinamento é a causa da aptidão, não o objeto do julgamento. O verbo “julgar” não incide sobre “treinamento”.
Alternativa E — ❌ Incorreta
“paladar” – O paladar é o instrumento (sujeito de “se tornar”) que julga, mas não é aquilo que é julgado. O pronome não se refere a ele.
NÃO CAIA NESSA!
A banca tenta confundir o candidato com palavras vizinhas no parágrafo (“especialista”, “treinamento”, “paladar”), mas a chave é identificar o objeto direto do verbo “julgar”, que é o vinho.
PEGA ESSA DICA!
Ao localizar o referente de um pronome oblíquo, pergunte: “quem sofre a ação do verbo?”. Se o verbo é transitivo direto, o pronome “o/a” retoma o paciente da ação.