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Questão de Arquitetura de Software — Arquitetura de Software — CESPE / CEBRASPE 2026

Arquitetura de SoftwareArquitetura de Software
Código
ce225577
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
IPAAM
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Analista Ambiental – Especialidade: Análise de Sistemas
O IPAAM planeja modernizar sua plataforma de licenciamento ambiental eletrônico, adotando uma arquitetura de software que facilite a evolução de serviços, a integração com sistemas externos e o isolamento de falhas. A equipe de análise de sistemas avalia diferentes abordagens arquiteturais antes de definir o desenho final da solução.Na situação hipotética apresentada, a abordagem arquitetural mais adequada consiste em
  1. Amicrosserviços por domínios em contêineres independentes e escaláveis.
  2. Bmonolito em camadas com todos os módulos no mesmo processo.
  3. Ccliente-servidor de duas camadas com banco de dados centralizado.
  4. DMVC único que concentre regras de negócio e integrações externas.
  5. Eserviços SOAP em barramento corporativo único para integração.
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GabaritoA — microsserviços por domínios em contêineres independentes e escaláveis.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Abordagem Arquitetural para Modernização de Plataforma de Licenciamento Ambiental

Gabarito: letra A. A arquitetura de microsserviços por domínios em contêineres independentes e escaláveis atende de forma mais adequada aos requisitos de evolução de serviços, integração com sistemas externos e isolamento de falhas – cada serviço é independente, pode ser desenvolvido, implantado e escalado separadamente, e uma falha em um serviço não derruba os demais.

A questão exige que o candidato relacione as características de cada estilo arquitetural com as necessidades do projeto. Vejamos cada alternativa:

Abordagem Arquitetural

Evolução de Serviços

Integração com Sistemas Externos

Isolamento de Falhas

Escalabilidade

A) Microsserviços por domínios em contêineres independentes

✅ Cada serviço evolui independentemente, sem impacto nos demais

✅ Expõe APIs leves (REST, gRPC) para integração flexível

✅ Falhas ficam restritas ao serviço afetado

✅ Cada serviço pode ser escalado separadamente

B) Monólito em camadas

❌ Qualquer alteração exige reimplantação completa

❌ Integração centralizada e rígida

❌ Um erro em qualquer módulo pode parar o sistema inteiro

❌ Escalabilidade apenas do sistema como um todo

C) Cliente-servidor de duas camadas

❌ Dificulta evolução separada de funcionalidades

❌ Pouco flexível para múltiplos sistemas externos

❌ Sem isolamento de serviços

❌ Escalabilidade granular inexistente

D) MVC único

❌ Repete problemas do monólito

❌ Concentra integrações em uma única aplicação

❌ Falta de isolamento de falhas

❌ Dificuldade de escalar partes específicas

E) Serviços SOAP em barramento corporativo

❌ Barramento (ESB) torna-se ponto de acoplamento

✅ Promove integração, mas com protocolo pesado

❌ Barramento é ponto central de falha

❌ Escalabilidade limitada pelo barramento

Arquitetura de software
  • 1Monolítica
    • Monólito em camadas
    • MVC único
    • Cliente-servidor 2 camadas
  • 2Distribuída
    • Microsserviços por domínio
      • Contêineres independentes
      • APIs leves (REST/gRPC)
      • Isolamento de falhas
      • Evolução independente
    • SOAP em barramento (ESB)
      • Ponto central de falha
      • Acoplamento rígido
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Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Microsserviços organizados por domínio de negócio, executados em contêineres independentes, oferecem:

  • Evolução – cada serviço pode ser atualizado sem impacto nos demais.

  • Integração – expõem APIs leves (REST, gRPC) para sistemas externos.

  • Isolamento de falhas – falhas ficam restritas ao serviço afetado.

Essa é a abordagem moderna mais alinhada aos requisitos do enunciado.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Monólito em camadas – todos os módulos no mesmo processo comprometem o isolamento de falhas (um erro em qualquer módulo pode parar o sistema inteiro) e a evolução independente de serviços. Qualquer alteração exige reimplantação completa.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Cliente-servidor de duas camadas – a lógica de negócio fica no servidor ou no cliente, dificultando a evolução separada de funcionalidades. Não há isolamento de serviços nem escalabilidade granular. É uma arquitetura rígida e pouco adequada a sistemas modernos que integram múltiplos sistemas externos.

Alternativa D — ❌ Incorreta

MVC único – concentrar regras de negócio e integrações em uma única aplicação monolítica (ainda que organizada em modelo, visão e controle) repete os problemas do monólito: falta de isolamento de falhas, dificuldade de escalar partes específicas e complexidade elevada para evolução.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Serviços SOAP em barramento corporativo único – embora promova integração, o barramento (ESB) torna-se um ponto central de falha e de acoplamento. Além disso, SOAP é um protocolo pesado comparado a abordagens mais leves (REST, gRPC) comuns em microsserviços. A evolução independente é prejudicada pela dependência do barramento.

PEGA ESSA DICA!

Para identificar a arquitetura mais adequada em questões como esta, relacione os requisitos do enunciado (evolução, integração, isolamento) com os benefícios de cada estilo. Microsserviços são a resposta sempre que a pergunta exigir independência, escalabilidade e resiliência.

Gabarito: letra A

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