Questão de Arquitetura de Software — Arquitetura de Software — CESPE / CEBRASPE 2026
Arquitetura de Software›Arquitetura de Software
Código
ce227859
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
SEFAZ-PR
Ano
2026
Nível
Médio
Cargo
Agente Fazendário Estadual - Função: Profissional de Tecnologia da Informação
Considere que determinada equipe deseje monitorar uma aplicação cloud-native em produção a fim de detectar erros, lentidão e gargalos rapidamente. Nessa situação, uma abordagem essencial de observabilidade corresponde
Aà aplicação de autoscaling, criando ou destruindo instâncias dinamicamente, somente.
Bà utilização de circuit breakers, retries e failover automático, apenas.
Cao monitoramento do hardware do data center local, apenas.
Dà adoção de uma arquitetura monolítica para centralizar erro.
Eao uso de logging centralizado, métricas e tracing distribuído.
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GabaritoE — ao uso de logging centralizado, métricas e tracing distribuído.
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Observabilidade em aplicações cloud-native
Gabarito: letra E. A observabilidade em sistemas cloud-native fundamenta-se nos três pilares: logging centralizado, métricas e tracing distribuído, que permitem detectar erros, lentidão e gargalos em produção. As demais alternativas tratam de conceitos distintos (autoscaling, resiliência, monitoramento local ou arquitetura monolítica), que não constituem a abordagem essencial de observabilidade.
Observabilidade cloud-native
1Três pilares
Logging centralizado
Métricas
Tracing distribuído
2Não é
Autoscaling (escalabilidade)
Circuit breaker / retries (resiliência)
Monitoramento de hardware local
Arquitetura monolítica
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Alternativa A — ❌ Incorreta
O autoscaling é uma técnica de escalabilidade para ajustar dinamicamente a quantidade de instâncias conforme a demanda, mas não é uma prática de observabilidade. Observabilidade envolve coletar e analisar dados para entender o estado interno do sistema, não apenas ajustar recursos.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Circuit breakers, retries e failover automático são padrões de resiliência, que ajudam o sistema a lidar com falhas, mas não fornecem visibilidade sobre o que está acontecendo. A observabilidade exige logs, métricas e tracing, que são complementares a essas estratégias.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Monitorar o hardware de um data center local não se aplica a uma aplicação cloud-native, que normalmente roda em infraestrutura virtualizada e distribuída (nuvem). A observabilidade em cloud-native foca em componentes de software e suas interações, não no hardware físico do data center.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Adotar uma arquitetura monolítica para centralizar erros vai contra o paradigma cloud-native, que favorece microsserviços e descentralização. A centralização de logs e métricas é feita por ferramentas de observabilidade, não pela arquitetura da aplicação.
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
O uso de logging centralizado, métricas e tracing distribuído é exatamente o que define observabilidade em sistemas cloud-native. Esses três pilares permitem rastrear requisições, medir desempenho e identificar gargalos, conforme práticas recomendadas por frameworks como OpenTelemetry e Twelve-Factor App.
PEGA ESSA DICA!
Em questões sobre observabilidade, lembre-se dos "três pilares": logs (eventos discretos), métricas (agregações numéricas) e tracing (rastreio de requisições distribuídas). Qualquer alternativa que não inclua esses elementos ou que confunda com escalabilidade/resiliência tende a estar incorreta.