Questão de Redes de Computadores — Protocolo — CESPE / CEBRASPE 2026
Redes de Computadores›Protocolo
Código
ce230890
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
Telebras
Ano
2026
Nível
Superior
Cargo
Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro - Subatividade: Engenheiro de Rede
Julgue o próximo item, relativo a endereçamento IPv4 e suas classes, máscaras de sub-redes e protocolo de roteamento BGP e IPv4.O BGP é um protocolo flexível, e sua complexidade não está no protocolo em si, mas nas políticas de roteamento, que não são padronizadas.
CCerto
EErrado
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoC — Certo
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
BGP – Flexibilidade e Complexidade
Gabarito: ✅ CERTO. A afirmação está correta: o BGP é um protocolo flexível que permite roteamento baseado em políticas (policy-based routing), e a complexidade reside nessas políticas, que são definidas por cada Sistema Autônomo e não são padronizadas. O protocolo em si (troca de mensagens, estados, tipos) é relativamente simples, mas a configuração das políticas envolve regras de negócio, atributos e filtros.
Abaixo, explicamos o fundamento:
O BGP (Border Gateway Protocol) foi projetado justamente para superar as limitações do EGP, incluindo o suporte a políticas de roteamento. Conforme descrito em sua especificação:
Border Gateway Protocol (Wikipédia):
O BGP foi projetado para evitar laços de roteamento em topologias arbitrárias, o mais sério problema de seu antecessor, o EGP (Exterior Gateway Protocol). Outro problema que o EGP não resolve - e é abordado pelo BGP - é o do Roteamento Baseado em Política (policy-based routing), um roteamento com base em um conjunto de regras não técnicas, definidas pelos Sistemas Autônomos.
Além disso, o material de apoio complementa:
... o BGP trata aspectos além do simples encaminhamento, considerando políticas e regras de negócio a serem configuradas e implantadas manualmente.
Portanto, a complexidade não está no protocolo em si, mas sim na definição e manutenção das políticas de roteamento, que variam de AS para AS e não seguem um padrão universal.