Questão de Biologia — Ecologia e ciências ambientais — CESPE / CEBRASPE 2026
- Código
- ce231819
- Banca
- CESPE / CEBRASPE
- Órgão
- UFAC
- Ano
- 2026
- Nível
- Médio
- Cargo
- Vestibular
- Apredação.
- Bcomensalismo.
- Cmutualismo.
- Dparasitismo.
- Eprotocooperação.
GabaritoC — mutualismo.
Gabarito: letra C. A associação entre algas e fungos nos líquens é o exemplo clássico de mutualismo obrigatório, onde ambos os organismos se beneficiam e um não sobrevive sem o outro. Essa é a definição exata do enunciado.
A questão cobra a diferença entre os principais tipos de relação interespecífica. Vejamos cada alternativa:
Predação: relação em que um organismo (predador) mata e se alimenta de outro (presa). Não há benefício mútuo, apenas para o predador.
Comensalismo: um organismo se beneficia (ex.: obtém abrigo ou restos de alimento) sem causar prejuízo ou benefício significativo ao outro. Exemplo: rêmoras em tubarões. Não há dependência mútua.
Mutualismo: relação em que ambos os organismos se beneficiam e, no caso do mutualismo obrigatório, um não vive sem o outro — exatamente o que ocorre nos líquens (algas fornecem alimento via fotossíntese, fungos fornecem estrutura e umidade).
Parasitismo: um organismo (parasita) se beneficia às custas do outro (hospedeiro), que é prejudicado. Não há benefício mútuo.
Protocooperação: ambos se beneficiam, mas a associação não é obrigatória — cada um pode viver separadamente. É o que diferencia da alternativa C. Exemplo: anêmona-do-mar e caranguejo-eremita.
Decore os exemplos clássicos: líquen = mutualismo obrigatório; rêmora e tubarão = comensalismo; carrapato e boi = parasitismo; onça e capivara = predação; anêmona e caranguejo = protocooperação.
Gabarito: letra C.
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