Questão de Noções de Informática — Conceitos Gerais de Sistemas Operacionais e Sistemas de Arquivos — CESPE / CEBRASPE 2026
- Código
- ce388594
- Banca
- CESPE / CEBRASPE
- Órgão
- AgSUS
- Ano
- 2026
- Cargo
- Ag Adm CCE ( )
- CCerto
- EErrado
GabaritoE — Errado
Gabarito: letra E (ERRADO). Nomear arquivos de forma genérica como "documento1", "teste" ou "final" é uma prática ineficiente, pois não descreve o conteúdo nem facilita a busca; a recomendação é usar nomes descritivos e padronizados, que permitam identificar rapidamente o arquivo pelo nome. A afirmação do enunciado contraria as boas práticas de organização de arquivos, amplamente cobradas em concursos.
A gestão eficiente de arquivos no computador depende, em grande parte, de uma nomenclatura adequada. Um nome de arquivo deve ser descritivo, ou seja, deve permitir que, ao olhar para ele, o usuário saiba imediatamente o que o arquivo contém, sem precisar abri-lo. Nomes como "documento1", "teste" ou "final" são vagos e não fornecem nenhuma informação sobre o conteúdo, a versão ou a data do documento. Por exemplo, se você tem três versões de um relatório, nomeá-las como "relatorio_final_v1.docx", "relatorio_final_v2.docx" e "relatorio_final_v3.docx" é muito mais eficiente do que "final1", "final2" e "final3", pois a primeira opção indica o assunto e a versão, facilitando a localização e evitando confusões.
Além da descrição, uma boa prática é adotar uma padronização de nomenclatura, como incluir a data no formato AAAA-MM-DD (ex.: "2026-05-20_relatorio.docx") ou usar um código de classificação. Isso permite que os arquivos sejam ordenados cronologicamente ou por categoria, facilitando a busca e a organização. O Windows oferece ferramentas de busca avançada, mas elas são muito mais eficazes quando os nomes dos arquivos são significativos. A busca por "documento1" retornaria vários resultados inúteis, enquanto a busca por "relatorio_final_v3" retornaria exatamente o arquivo desejado.
A banca explora aqui a confusão entre a capacidade de busca do sistema e a eficiência da nomenclatura. O Windows permite buscar arquivos por nome, mas isso não significa que qualquer nome seja eficiente. A afirmação do enunciado é uma pegadinha clássica: ela apresenta uma prática ruim como se fosse boa, invertendo o senso comum de organização. O candidato que não refletir sobre o conceito de "eficiência" pode marcar "Certo", mas a resposta correta é "Errado".
A afirmação está errada porque nomear arquivos de forma genérica como "documento1", "teste" ou "final" não é uma prática eficiente. Esses nomes não descrevem o conteúdo, a versão ou a data do arquivo, dificultando a busca e a organização. A prática recomendada é usar nomes descritivos e padronizados, que permitam identificar rapidamente o arquivo pelo nome, como "relatorio_final_v3.docx" ou "2026-05-20_contrato.pdf". A busca no Windows é facilitada quando os nomes são significativos, pois o sistema localiza o arquivo pelo termo pesquisado, mas nomes vagos como "teste" não ajudam nesse processo.
A banca inverte o conceito de eficiência: ela apresenta uma prática ruim (nomes genéricos) como se fosse boa. O candidato pode pensar que, como o Windows permite buscar por qualquer nome, a nomenclatura não importa. Mas a eficiência está justamente em nomes descritivos, que tornam a busca rápida e precisa. Fique atento a esse tipo de inversão em questões de informática.
Na prova, desconfie de afirmações que apresentam práticas vagas como "eficientes". Lembre-se: nomes de arquivos devem ser descritivos (indicar o conteúdo) e padronizados (seguir um padrão, como data ou versão). Se a alternativa diz que "documento1" ou "teste" é eficiente, está errada. Essa é uma pegadinha recorrente em concursos.
Gabarito: letra E (ERRADO).
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