Questão de TI - Gestão e Governança de TI — COBIT 2019 — CESPE / CEBRASPE 2026
TI - Gestão e Governança de TI›COBIT 2019
Código
ce391671
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
UDESC
Ano
2026
Cargo
TUD ( )
Com base nos frameworks e normas de governança corporativa de tecnologia da informação (TI), gestão de riscos e gestão de serviços de TI ― COBIT 2019, ISO 31000:2018 e ITIL v4 ―, julgue o item a seguir.
O sourcing de TI é fator de design passível de assumir os modelos outsourcing, cloud, insourcing ou híbrido, conforme o contexto e a estratégia da organização.
CCerto
EErrado
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GabaritoC — Certo
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COBIT 2019: fatores de design e o sourcing de TI
Gabarito: CERTO. No COBIT 2019, o sourcing de TI é um dos fatores de design (design factors) que influenciam a configuração do sistema de governança, podendo assumir os modelos outsourcing, cloud, insourcing ou híbrido, conforme o contexto e a estratégia da organização. A afirmativa está correta.
O COBIT 2019 é o framework de governança e gestão de TI da ISACA, sucessor do COBIT 5. Uma de suas principais inovações é o conceito de fatores de design (design factors): um conjunto de elementos que influenciam a forma como a organização deve configurar seu sistema de governança, ou seja, quais componentes (processos, estruturas, fluxos de informação, etc.) devem ser priorizados e como devem ser adaptados. Esses fatores são a "personalização" do framework para a realidade de cada empresa.
Entre os fatores de design listados no COBIT 2019, estão: a estratégia da empresa, os objetivos empresariais, o perfil de risco, os temas relacionados a TI (como a dependência de TI e a terceirização), a arquitetura de soluções, a origem dos serviços de TI (sourcing), a conformidade, o tamanho da empresa e o ambiente tecnológico. O fator sourcing de TI refere-se exatamente à decisão sobre como a organização obtém seus serviços e recursos de TI: se internamente (insourcing), se contratando terceiros (outsourcing), se usando serviços em nuvem (cloud) ou se combinando essas modalidades (híbrido). Essa decisão é estratégica e depende do contexto, dos objetivos e das capacidades da organização.
Na prática, uma empresa pode, por exemplo, manter o desenvolvimento de software crítico internamente (insourcing), contratar uma empresa para operar o help desk (outsourcing), usar uma plataforma de e-mail em nuvem (cloud) e, ao mesmo tempo, combinar essas opções (híbrido). O COBIT 2019 reconhece essa variedade e a trata como um fator que deve ser considerado na definição do sistema de governança, pois cada modelo de sourcing traz implicações diferentes para a gestão de riscos, a segurança da informação, a continuidade de negócios e o controle dos serviços.
A banca explora aqui um ponto conceitual do COBIT 2019: a existência e o papel dos fatores de design. O candidato que conhece apenas o COBIT 5 (que não tinha esse conceito formalizado) ou que confunde o sourcing com outros fatores pode errar. A afirmativa é fiel à estrutura do framework: o sourcing é, de fato, um fator de design e pode assumir os modelos citados.
NÃO CAIA NESSA!
A banca testa se você sabe que o COBIT 2019 introduziu os fatores de design como elemento central da configuração da governança. Quem estudou apenas o COBIT 5 pode achar que a afirmativa é invenção, mas ela é literal ao framework novo. Fique atento: o sourcing é um dos fatores, e os modelos citados (outsourcing, cloud, insourcing, híbrido) são exatamente os previstos.
Item — ✅ CERTO
A afirmativa está correta. O COBIT 2019 define o sourcing de TI como um fator de design, e os modelos possíveis são exatamente os citados: outsourcing, cloud, insourcing e híbrido. A escolha entre eles depende do contexto e da estratégia da organização, como afirma o enunciado. Não há erro conceitual nem de nomenclatura.