Questão de Matemática — Geometria Espacial — CESPE / CEBRASPE 2024
- Código
- ce402695
- Banca
- CESPE / CEBRASPE
- Órgão
- CBM PA
- Ano
- 2024
- Cargo
- Sold BM ( )
- A75 cm.
- B300 cm.
- C225 cm.
- D150 cm.
- E100 cm.
GabaritoA — 75 cm.
Gabarito: letra A — a conta chega a 75 cm — alternativa A.
O cilindro circular reto é um sólido com duas bases circulares iguais e uma lateral que as une perpendicularmente. O volume é o espaço que ele ocupa, medido em metros cúbicos, e depende de duas medidas: o raio da base e a altura. Quanto maior o raio, maior a área da base; quanto maior a altura, mais camadas de base empilhamos.
O volume de um cilindro é V = π·r²·h, ou seja, a área da base (π·r²) vezes a altura. O raio entra ao quadrado, então dobrar o raio QUADRUPLICA a área da base — e, para o mesmo volume, a altura cai para um quarto. A fórmula vale para qualquer cilindro reto, desde que raio e altura estejam na mesma unidade.
Esta questão usa a conservação do volume: ao transferir a água, o volume não muda, apenas a forma do recipiente. Precisamos calcular o volume do primeiro cilindro e igualá-lo ao volume do segundo, deixando a altura como incógnita.
raio do primeiro cilindro = 1 m
altura do primeiro cilindro = 3 m
raio do segundo cilindro = 2 m
altura do segundo cilindro = 4 m
O que queremos: a altura do nível de água na segunda caixa, em centímetros
O volume de água transferido é exatamente o volume do primeiro reservatório, que está cheio. Precisamos desse valor para saber quanto a segunda caixa vai receber.
Por que esta fórmula: A fórmula do volume do cilindro é V = π·r²·h, pois o cilindro é um prisma de base circular: a área da base (π·r²) vezes a altura.
De onde vem cada valor: = enunciado: 1 m · = enunciado: 3 m
Esquecer o quadrado do raio e calcular π·1·3 = 3π, mas aqui o raio é 1, então o quadrado não muda o número — o erro aparece no segundo cilindro.
A água transferida forma um cilindro dentro da segunda caixa, com o mesmo raio da caixa (2 m) e altura desconhecida h. Como o volume se conserva, o volume desse novo cilindro é igual ao volume calculado no passo 1.
Por que esta fórmula: Usamos a mesma fórmula do cilindro, agora com o raio da segunda caixa e a altura h como incógnita. Igualar os volumes é a tradução matemática da conservação.
De onde vem cada valor: = passo 1: 3π m³ · = enunciado: 2 m
Usar a altura da segunda caixa (4 m) como se fosse a altura da água — a caixa não fica cheia, a água ocupa só uma parte.
A equação do passo 2 tem π dos dois lados, então podemos simplificar e resolver para h. Isolar a incógnita é o caminho para achar o valor numérico.
Por que esta fórmula: Dividimos ambos os lados por π e por 4 (que é 2²), operações inversas da multiplicação, para deixar h sozinho.
De onde vem cada valor: = passo 1 · = passo 2: π·2²
Esquecer de dividir por π e obter h = 3/4 = 0,75, mas aqui o π se cancela, então o resultado é o mesmo — o erro seria não simplificar e se confundir.
As alternativas estão em centímetros, então precisamos transformar o resultado de metros para centímetros. Essa conversão é obrigatória para comparar com as opções.
Por que esta fórmula: 1 metro equivale a 100 centímetros, então multiplicamos o valor em metros por 100. Como o centímetro é a unidade menor, o número aumenta.
De onde vem cada valor: = passo 3: 0,75 m
Esquecer a conversão e marcar 0,75 m, que não aparece nas alternativas — ou converter errado dividindo por 100.
Resposta: 75 cm — alternativa A
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