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Questão de Matemática — Análise Combinatória (Princípio Fundamental da Contagem, Arranjos, Combinações, Permutações) — CESPE / CEBRASPE 2024

MatemáticaAnálise Combinatória (Princípio Fundamental da Contagem, Arranjos, Combinações, Permutações)
Código
ce402791
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
TCE AC
Ano
2024
Cargo
ACE ( )
Certo tribunal de contas é composto por sete conselheiros, identificamos como C1, C2, C3, C4, C5, C6 e C7. Cada um deles será designado, de maneira aleatória, para ocupar uma destas sete funções: presidente; vice-presidente; corregedor; ouvidor; diretor da escola de contas; presidente da 1.ª câmara; presidente da 2.ª câmara.   Com base nessas informações, julgue o item seguinte.   Considerando-se que a função de presidente deva ser ocupada, necessariamente, por um dos três conselheiros C2, C4 ou C5, existem 18 ×\times 120 maneiras distintas de distribuir os conselheiros entre as funções citadas.
  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoC — Certo

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Análise Combinatória: distribuição de conselheiros em funções

Gabarito: letra C (CERTO). A afirmação está correta: existem 18 × 120 = 2.160 maneiras distintas de distribuir os sete conselheiros entre as sete funções, respeitando a restrição de que a presidência deve ser ocupada por um dos três conselheiros C2, C4 ou C5. O raciocínio combina o princípio fundamental da contagem (escolha da presidência) com a permutação dos seis conselheiros restantes nas seis funções remanescentes (6! = 720), resultando em 3 × 720 = 2.160 = 18 × 120.

O problema envolve a distribuição de elementos distintos (os conselheiros) em posições distintas (as funções), onde a ordem importa. Como cada conselheiro ocupa exatamente uma função e cada função é ocupada por exatamente um conselheiro, trata-se de uma permutação simples. A restrição imposta — a presidência deve ser ocupada por um dos três conselheiros específicos — reduz as possibilidades iniciais.

Vamos decompor o problema em etapas. Primeiro, escolhemos quem ocupará a presidência: há 3 opções (C2, C4 ou C5). Depois, para as seis funções restantes (vice-presidente, corregedor, ouvidor, diretor da escola de contas, presidente da 1ª câmara e presidente da 2ª câmara), temos os seis conselheiros que sobraram. O número de maneiras de distribuí-los é a permutação de 6 elementos: 6! = 6 × 5 × 4 × 3 × 2 × 1 = 720.

Pelo princípio multiplicativo, o total de distribuições é o produto das escolhas de cada etapa: 3 × 720 = 2.160. A questão afirma que esse total é 18 × 120. Calculando: 18 × 120 = 2.160. Portanto, a igualdade é verdadeira.

A pegadinha aqui é não confundir a escolha da presidência com uma combinação. Como as funções são distintas, a ordem importa, e a escolha de quem ocupa cada função é um arranjo/permutação, não uma combinação. Além disso, é preciso lembrar que, após fixar o presidente, os demais conselheiros podem ser distribuídos de todas as formas possíveis entre as funções restantes.

Etapa

Escolha

Nº de possibilidades

1

Presidente (C2, C4 ou C5)

3

2

Distribuir os 6 conselheiros restantes nas 6 funções restantes (6!)

720

Total

3 × 720

2.160

Verificação

18 × 120

2.160

Conclusão

Igualdade verdadeira

CERTO

Item — ✅ CERTO ⟵ GABARITO

A afirmação está correta. O cálculo é:

  1. Escolha do presidente: 3 possibilidades (C2, C4 ou C5).

  2. Distribuição dos 6 conselheiros restantes nas 6 funções restantes: 6! = 720 possibilidades.

  3. Total: 3 × 720 = 2.160.

A questão apresenta esse total como 18 × 120. Como 18 × 120 = 2.160, a igualdade é verdadeira.

Gabarito: letra C (CERTO).

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