Função quadrática: profundidade máxima do rio
Gabarito: letra E (ERRADO). A maior profundidade do rio é de 4 m, e não 3 m. Isso se obtém calculando o vértice da parábola , cuja concavidade é voltada para cima (coeficiente ), o que significa que o vértice é o ponto de mínimo da função — ou seja, a profundidade máxima não é o vértice, e sim o valor da função nas margens, onde .
A função dada é uma parábola com concavidade para cima, pois o coeficiente do termo é positivo (). Isso significa que ela tem um ponto de mínimo (o vértice) e cresce indefinidamente para os lados. No contexto do problema, as margens do rio estão localizadas nos pontos em que a profundidade é zero, ou seja, nas raízes da equação . Entre as margens, a profundidade é positiva, e a maior profundidade ocorre no ponto mais fundo do rio, que, para uma parábola com concavidade para cima, não é o vértice (que é o ponto mais raso), mas sim um dos pontos onde a função atinge seu valor máximo dentro do intervalo considerado. No entanto, como a função cresce indefinidamente, o valor máximo dentro do intervalo entre as raízes ocorre nas próprias raízes, onde . Isso parece contraditório, mas a interpretação correta é que a função modela a profundidade apenas entre as margens, e o ponto mais fundo seria o vértice, que é o mínimo da função. Como o vértice é o mínimo, a profundidade máxima seria o valor da função nos extremos do intervalo, que é zero. Portanto, a afirmação de que a maior profundidade é 3 m está incorreta.
Para entender melhor, vamos calcular as raízes da função: . Multiplicando por 4, temos , cujas raízes são e . As margens estão nesses pontos. O vértice da parábola é dado por . Substituindo na função, . Ou seja, o vértice é o ponto de mínimo, com profundidade negativa, o que não faz sentido físico. Isso indica que a função modela a profundidade apenas entre as margens, e a maior profundidade ocorre no ponto onde a função atinge seu valor máximo dentro do intervalo, que, para uma parábola com concavidade para cima, é nas extremidades, onde . Portanto, a maior profundidade é 0, e não 3 m.
Na prática, a banca explora a confusão entre o vértice (mínimo) e o valor máximo da função. O candidato pode calcular o vértice e obter -4, mas isso não é a profundidade máxima. A profundidade máxima, no contexto, é zero, pois as margens são os pontos onde a profundidade é zero, e a função é negativa entre elas, o que não é fisicamente possível. Assim, a afirmação está errada.
Item — ❌ Errado
A afirmação de que a maior profundidade é 3 m está incorreta. O cálculo do vértice da parábola resulta em , que é o ponto de mínimo, não de máximo. Como a concavidade é para cima, a função cresce indefinidamente, e o valor máximo dentro do intervalo entre as margens (onde ) é zero, não 3 m. Portanto, a maior profundidade não é 3 m.
Gabarito: letra E (ERRADO).