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Questão de Sistemas Operacionais — Sistemas Distribuídos (Cluster, GRID, etc.) — CESPE / CEBRASPE 2024

Sistemas OperacionaisSistemas Distribuídos (Cluster, GRID, etc.)
Código
ce404136
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BACEN
Ano
2024
Cargo
Ana ( )

Julgue o próximo item, relativo a tolerância a falhas e continuidade de operação, implantação e administração de serviços de nuvem e administração e gerenciamento de ambiente de virtualização.

 

A capacidade de alternar para um servidor, sistema ou rede redundante ou em standby, mediante a falha ou odesligamento de um ativo existente, é chamada de failback

  1. CCerto
  2. EErrado
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GabaritoE — Errado

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Tolerância a falhas: failover e failback

Gabarito: ERRADO. A capacidade descrita no item — alternar para um servidor, sistema ou rede redundante ou em standby mediante falha ou desligamento de um ativo — é chamada de failover, não de failback. O failback é o processo inverso: retornar as operações ao sistema primário depois que ele é restabelecido. A banca trocou os dois termos, e é exatamente essa inversão que torna a assertiva incorreta.

Para entender a diferença, é preciso ter claro o contexto de alta disponibilidade e tolerância a falhas em sistemas distribuídos e em nuvem. Quando um serviço crítico precisa ficar disponível mesmo diante de falhas, a arquitetura costuma prever um par redundante: um nó primário, que processa as requisições normalmente, e um nó secundário (standby), que fica ocioso ou em espera, pronto para assumir. O mecanismo que detecta a falha do primário e promove o secundário a ativo é o failover. Já o failback é a operação de retorno: quando o nó primário original é reparado e volta a operar, o sistema transfere novamente a carga para ele, restaurando a configuração original.

Um exemplo concreto: imagine um cluster de dois servidores web, A (primário) e B (standby). Se o servidor A sofre uma pane, o cluster detecta a falha e o servidor B assume o processamento — isso é failover. Depois que A é consertado e reintegrado ao cluster, o administrador pode executar um failback, devolvendo a função de primário ao servidor A. Perceba que os dois termos descrevem direções opostas de uma mesma operação de troca de papel entre ativos.

A pegadinha da banca é clássica: inverter os conceitos de failover e failback. O candidato que decora apenas um dos termos, ou que associa a ideia de "alternar para um redundante" ao nome que parece mais próximo (failback), acaba marcando certo. Mas a lógica é simples: failover = ir para o reserva; failback = voltar para o principal. Guarde essa direção e a questão se resolve em segundos.

Tolerância a falhas
  • 1Failover
    • Alterna para o redundante/standby
    • Detecta falha do primário
    • Promove o secundário a ativo
  • 2Failback
    • Retorna ao sistema primário
    • Após recuperação do original
    • Restaura configuração inicial
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Item — ❌ ERRADO

A assertiva define corretamente o mecanismo de failover, mas o nomeia como failback. O erro está na troca do termo técnico: failback é o retorno ao sistema primário após a recuperação, não a ativação do redundante. Portanto, o item está errado.

NÃO CAIA NESSA!

Para não confundir, associe as palavras: failover = "over" (mudar para o outro) e failback = "back" (voltar para o original). Em questões de tolerância a falhas, a banca adora inverter esses dois termos — se a frase descreve a ativação do standby, é failover; se descreve o retorno ao primário, é failback.

Gabarito: ERRADO.

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