A respeito de gerência de contêineres e segurança com Docker, julgue o item a seguir.
No trecho de código a seguir, a opção -p mapeia uma porta específica do host para uma porta correspondente no contêiner, o que permite o acesso aos serviços em execução dentro do contêiner a partir do host.
docker run -d -p HOST_PORT:CONTAINER_PORT postgres
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GabaritoC — Certo
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Mapeamento de portas no Docker: a opção -p
Gabarito: letra C (CERTO). A opção -p do comando docker run realiza o mapeamento de portas entre o host e o contêiner, no formato HOST_PORT:CONTAINER_PORT, permitindo que serviços executados dentro do contêiner sejam acessados a partir do host — exatamente como afirma o item.
O Docker é uma plataforma de virtualização em nível de sistema operacional que empacota aplicações e suas dependências em contêineres isolados. Por padrão, um contêiner possui sua própria interface de rede e não expõe portas ao host. Para que um serviço rodando dentro do contêiner (como o PostgreSQL, no exemplo) seja acessível externamente, é necessário publicar uma porta — e é isso que a opção -p faz.
A sintaxe -p HOST_PORT:CONTAINER_PORT estabelece uma ponte: todo tráfego que chegar à porta HOST_PORT no host será redirecionado para a porta CONTAINER_PORT dentro do contêiner. Por exemplo, docker run -d -p 5432:5432 postgres faz com que o PostgreSQL, que escuta na porta 5432 dentro do contêiner, fique acessível na porta 5432 do host. Se o host já estiver usando essa porta, basta escolher outra, como -p 5433:5432.
É importante distinguir o mapeamento de portas da exposição de portas. A opção -p (publicar) é o que efetivamente torna o serviço acessível de fora. Já a opção -P publica todas as portas expostas pela imagem (definidas com EXPOSE no Dockerfile) em portas aleatórias do host. E a diretiva EXPOSE no Dockerfile apenas documenta quais portas o contêiner escuta — não publica nada por si só.
A pegadinha que a banca poderia explorar é inverter o sentido do mapeamento: afirmar que -p CONTAINER_PORT:HOST_PORT ou que a opção mapeia a porta do contêiner para o host. Mas o item está correto ao descrever a ordem HOST_PORT:CONTAINER_PORT e o efeito de permitir o acesso a partir do host.
Guarde a regra de ouro: o primeiro número é sempre a porta do host; o segundo, a porta do contêiner. É nessa ordem que as alternativas se dividem.
1Contêiner escuta na porta interna
2-p HOST_PORT:CONTAINER_PORT
3Tráfego do host é redirecionado
4Serviço acessível externamente
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Item — ✅ CERTO
A afirmação descreve com precisão o funcionamento da opção -p no Docker. O formato HOST_PORT:CONTAINER_PORT mapeia uma porta específica do host para uma porta correspondente no contêiner, e isso permite que serviços em execução dentro do contêiner sejam acessados a partir do host. Não há erro conceitual nem inversão de termos.
PEGA ESSA DICA!
Para fixar, lembre-se do fluxo: host → contêiner. O primeiro número é sempre a porta do host; o segundo, a porta do contêiner. Se a banca inverter a ordem ou disser que -p apenas "expõe" sem publicar, está errado.