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Questão de Sistemas Operacionais — Geral — CESPE / CEBRASPE 2025

Sistemas OperacionaisGeral
Código
ce418302
Banca
CESPE / CEBRASPE
Órgão
BANRISUL
Ano
2025
Cargo
Tec TI ( )
Em ambientes corporativos com sistemas heterogêneos, a interoperabilidade entre serviços de diretório é fundamental para a garantia da autenticação única e do gerenciamento centralizado de usuários. Para que haja essa interoperabilidade entre diferentes sistemas, é
  1. Aa limitação do acesso a recursos compartilhados apenas aos usuários do sistema operacional predominante na rede.
  2. Bo isolamento completo das bases de usuários para garantir a segurança entre plataformas distintas.
  3. Ca implementação de protocolos proprietários exclusivos para cada sistema presente na rede corporativa.
  4. Da duplicação manual de todas as contas de usuário em cada um dos diferentes serviços de diretório.
  5. Ea implementação de um protocolo comum de comunicação que permita a troca padronizada de informações de autenticação.
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GabaritoE — a implementação de um protocolo comum de comunicação que permita a troca padronizada de informações de autenticação.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Interoperabilidade entre serviços de diretório

Gabarito: letra E. Para que sistemas heterogêneos (Windows, Linux, macOS, etc.) troquem informações de autenticação de forma padronizada, é indispensável a implementação de um protocolo comum de comunicação — como o LDAP (Lightweight Directory Access Protocol) — que permita a interoperabilidade entre os diferentes serviços de diretório. As demais alternativas propõem soluções que isolam, restringem ou duplicam dados, o que contraria o objetivo de autenticação única e gerenciamento centralizado.

A interoperabilidade entre serviços de diretório é um conceito fundamental em ambientes corporativos heterogêneos. Ela se refere à capacidade de diferentes sistemas — cada um com seu próprio diretório de usuários (Active Directory, OpenLDAP, etc.) — se comunicarem e compartilharem informações de autenticação e autorização de forma padronizada. O objetivo é permitir que um usuário autentique uma única vez (single sign-on) e tenha acesso a recursos em múltiplas plataformas, sem precisar de credenciais separadas para cada sistema.

O protocolo que viabiliza essa comunicação é o LDAP, um protocolo aberto e padronizado (RFC 4511) que define como os clientes acessam e gerenciam informações em um diretório. Ele opera sobre TCP/IP e organiza os dados em uma estrutura hierárquica (árvore), permitindo consultas, autenticação e atualização de entradas. O Active Directory da Microsoft, por exemplo, é baseado em LDAP, assim como o OpenLDAP no Linux. Quando um sistema precisa autenticar um usuário que está registrado em outro diretório, ele utiliza o LDAP para consultar e validar as credenciais de forma padronizada.

A alternativa correta reflete exatamente esse princípio: a implementação de um protocolo comum de comunicação (LDAP) que permite a troca padronizada de informações de autenticação. Isso é o que possibilita que um usuário do Active Directory (Windows) autentique em um serviço Linux que consulta o diretório via LDAP, ou que dois diretórios distintos sincronizem informações de usuários. Sem um protocolo comum, cada sistema falaria uma "língua" diferente, inviabilizando a comunicação.

As demais alternativas propõem soluções que vão na direção oposta: limitar o acesso ao sistema predominante (A), isolar completamente as bases de usuários (B), usar protocolos proprietários exclusivos (C) ou duplicar manualmente as contas (D). Todas essas abordagens criam silos de informação, aumentam a complexidade de gerenciamento e comprometem a segurança, pois dificultam o controle centralizado e a aplicação consistente de políticas. A interoperabilidade exige justamente o contrário: padronização e compartilhamento controlado de informações.

Guarde o critério decisivo: a interoperabilidade entre serviços de diretório depende de um protocolo comum e padronizado (LDAP), não de isolamento, restrição ou duplicação. É exatamente nesse ponto que as alternativas se dividem.

1Objetivo
Autenticação única (SSO)
Gerenciamento centralizado
2Solução correta
Protocolo comum e aberto
LDAP (padrão RFC 4511)
Troca padronizada de autenticação
3Soluções incorretas
Limitar ao sistema predominante
Isolar bases de usuários
Protocolos proprietários
Duplicação manual de contas
Interoperabilidade entre diretórios
LEVELsoulevel.com.br
Interoperabilidade entre diretórios: Objetivo (Autenticação única (SSO), Gerenciamento centralizado); Solução correta (Protocolo comum e aberto, LDAP (padrão RFC 4511), Troca padronizada de autenticação); Soluções incorretas (Limitar ao sistema predominante, Isolar bases de usuários, Protocolos proprietários, Duplicação manual de contas)

Alternativa A — ❌ Incorreta

Limitar o acesso a recursos compartilhados apenas aos usuários do sistema operacional predominante na rede é uma medida excludente que contraria o princípio da interoperabilidade. Em um ambiente heterogêneo, usuários de diferentes sistemas precisam acessar recursos de forma integrada, não restrita a um único sistema. Essa alternativa propõe o oposto da padronização: em vez de integrar, ela segrega.

Alternativa B — ❌ Incorreta

O isolamento completo das bases de usuários para garantir segurança entre plataformas distintas é uma abordagem que impede a interoperabilidade. Se cada sistema mantém sua base de usuários isolada, não há como compartilhar informações de autenticação de forma padronizada. A segurança em ambientes heterogêneos é alcançada por meio de protocolos seguros e controle de acesso, não pelo isolamento total.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A implementação de protocolos proprietários exclusivos para cada sistema presente na rede corporativa é exatamente o oposto do que se busca. Protocolos proprietários criam barreiras de comunicação, pois cada sistema falaria uma "língua" diferente, impossibilitando a troca padronizada de informações. A interoperabilidade exige protocolos abertos e padronizados, como o LDAP.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A duplicação manual de todas as contas de usuário em cada um dos diferentes serviços de diretório é uma prática ineficiente, propensa a erros e que compromete a segurança. Ela cria inconsistências (um usuário pode ter senhas diferentes em cada sistema) e dificulta o gerenciamento centralizado. A interoperabilidade busca justamente eliminar essa duplicação, permitindo que uma única fonte de verdade (diretório) seja consultada por todos os sistemas.

Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A implementação de um protocolo comum de comunicação que permita a troca padronizada de informações de autenticação é exatamente o que define a interoperabilidade entre serviços de diretório. O LDAP é o protocolo padrão para esse fim, permitindo que sistemas heterogêneos consultem e validem credenciais de forma unificada. Essa é a base para a autenticação única (single sign-on) e o gerenciamento centralizado de usuários.

PEGA ESSA DICA!

Em questões sobre interoperabilidade, desconfie de alternativas que proponham isolamento, restrição ou duplicação. A palavra-chave é sempre padronização — protocolos comuns e abertos (LDAP, Kerberos) são a solução para ambientes heterogêneos.

Gabarito: letra E

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