Questão de Auditoria — Auditoria Interna Contábil — CESGRANRIO 2018
- Código
- cg012279
- Banca
- CESGRANRIO
- Órgão
- Petrobras
- Ano
- 2018
- Nível
- Superior
- Cargo
- Auditor Júnior
- Aintegridade
- Bconfidencialidade
- Cimparcialidade
- Dcompetência
- Eobjetividade
GabaritoA — integridade
Gabarito: letra A – O dispositivo que proíbe auditores internos de participar de atividades ilegais ou impróprias reflete diretamente o princípio da integridade, que exige conduta ética, honestidade e retidão. A integridade é a base da confiança nos julgamentos do auditor.
Segundo as Normas Internacionais para a Prática Profissional de Auditoria Interna (IIA), a integridade estabelece crédito e fornece a base para a confiabilidade atribuída aos julgamentos do auditor. O Código de Ética do IFAC e do IIA incluem a integridade como princípio fundamental, que envolve agir com honestidade e não se envolver em atos ilegais ou impróprios.
O dever de não participar de atividades ilegais ou atos impróprios é uma manifestação direta do princípio da integridade. Este princípio exige que o auditor aja com honestidade, diligência e responsabilidade, evitando qualquer conduta que possa comprometer a credibilidade da profissão ou da organização.
A confidencialidade diz respeito ao sigilo das informações obtidas no exercício da auditoria, não à proibição de atos ilegais. O auditor deve respeitar o valor e a propriedade das informações recebidas e não divulgá-las sem autorização, exceto por obrigação legal ou profissional.
A imparcialidade (ou objetividade) refere-se à capacidade de realizar julgamentos livres de viés, conflito de interesses ou influência indevida. Embora seja um princípio ético relevante, não trata especificamente da proibição de participação em atividades ilegais.
A competência envolve a aplicação de conhecimento, habilidades e experiência necessárias para executar os serviços de auditoria. Não está diretamente relacionada à proibição de atos ilegais, mas sim à capacidade técnica.
A objetividade (às vezes tratada como imparcialidade) exige que o auditor mantenha uma atitude mental independente e não permita que interesses pessoais ou pressões externas comprometam seu julgamento. Embora importante, não é o princípio que fundamenta a proibição de envolvimento em ilegalidades.
Memorize os princípios éticos da auditoria: Integridade, Objetividade, Confidencialidade, Competência e Comportamento Profissional (modelo IFAC/IIA). A integridade é o guarda-chuva da conduta ética e da proibição de atos ilegais.
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