Questão de Geologia — Estratigrafia — CESGRANRIO 2018
GeologiaEstratigrafia
- Código
- cg013059
- Banca
- CESGRANRIO
- Órgão
- Petrobras
- Ano
- 2018
- Nível
- Superior
- Cargo
- Geofísico Júnior - Geologia
A seção sísmica interpretada abaixo, migrada em tempo, exemplifica o arcabouço estratigráfico da porção norte da Bacia de Santos. Os horizontes H0 a H9 representam limites de sequências.
Chang, H.K.; at al. Sistemas petrolíferos e modelos de acumulação de hidrocarbonetos na Bacia de Santos. Revista Brasileira de Geociências, v. 38 (2 – suplemento), 2008. p. 34. Adaptado.Com base nessa seção, verifica-se que
Chang, H.K.; at al. Sistemas petrolíferos e modelos de acumulação de hidrocarbonetos na Bacia de Santos. Revista Brasileira de Geociências, v. 38 (2 – suplemento), 2008. p. 34. Adaptado.Com base nessa seção, verifica-se que- Ao estilo de falhas lístricas, observado entre os horizontes H0 a H1, definem a Fase Rifte, refletindo a trama estrutural do embasamento; em contraste, falhas de colapso definem a Fase de Margem Passiva, localizadas na parte superior dos domos de sal.
- Bos horizontes H0 e H0.1 limitam a Fase Rifte, ocorrida durante os andares Aratu, Buracica e Jiquiá; os horizontes H0.1 e H2 limitam a fase SAG, ocorrida durante o andar Alagoas; do horizonte H2 ao H4 é observada uma plataforma carbonática nerítica; a partir do horizonte H4 é observado um raseamento da bacia, com forte progradação sedimentar, passando de um ambiente abissal (H4) a um ambiente nerítico (H9), compondo a Fase de Margem Passiva.
- Cos estratos em downlap, observados entre os horizontes H6 ao H7.2 sugerem forte agradação sedimentar, evidenciando uma vasta zona de by pass sedimentar, causadora da tectônica que resultou na formação de domos e janelas de sal.
- Dos horizontes H1 e H2 representam o pacote evaporítico depositado durante o Andar Alagoas, contido entre ±120 Ma (Albiano) e ±112 Ma (Aptiano), sendo que esse intervalo, denominado por Fm. Ariri, foi depositado durante a fase SAG, em ambiente marinho restrito batial.
- Eas janelas de sal, observadas no horizonte H2, favoreceram a migração de petróleo marinho, gerado nas seções inferiores, formando extensas acumulações nos turbiditos localizados nas frentes progradacionais observadas entre os horizontes H6 a H8.