Questão de Economia — Macroeconomia — CESGRANRIO 2019
EconomiaMacroeconomia
- Código
- cg015610
- Banca
- CESGRANRIO
- Órgão
- UNIRIO
- Ano
- 2019
- Nível
- Superior
- Cargo
- Economista
O texto a seguir analisa o agravamento da situação fiscal no Brasil em período recente.Com o PIB e a arrecadação menores, o déficit primário aumentou de 17 bilhões de reais em 2014 para 111 bilhões em 2015, apesar do corte de despesas. A dívida líquida do setor público, por sua vez, passou de 32,6% do PIB em dezembro de 2014 para 35,6% em dezembro de 2015. Já a dívida bruta saltou de 56,3% para 65,5% do PIB. Uma decomposição dos fatores que levaram ao aumento de 9,3 pontos percentuais na dívida bruta em relação ao PIB mostra, no entanto, que o déficit primário sequer foi o principal responsável por essa elevação. Os componentes que mais destoaram dos anos anteriores foram o pagamento de juros, que aumentou sua contribuição, e o crescimento do PIB, que passou a colaborar menos para a redução da dívida-PIB.CARVALHO, L. Valsa brasileira: do boom ao caos econômico. São Paulo: Editora Todavia, 2018, p.100-101.De acordo com a autora, o agravamento da crise fiscal no Brasil entre 2014 e 2015 resultou do
- Acongelamento das despesas correntes e do aumento do déficit fiscal nominal
- Baumento do déficit fiscal nominal e da recessão econômica em curso
- Caumento do déficit fiscal nominal e do maior crescimento do PIB
- Daumento do déficit fiscal primário e do maior crescimento do PIB
- Eaumento do déficit fiscal primário e da queda da arrecadação