Questão de Economia — Fundamentos Macroeconomicos — CESGRANRIO 2024
EconomiaFundamentos Macroeconomicos
- Código
- cg021159
- Banca
- CESGRANRIO
- Órgão
- BNDES
- Ano
- 2024
- Nível
- Superior
- Cargo
- Analista - Economia (Manhã)
Nas últimas décadas, a maioria dos Bancos Centrais abandonou a execução da política monetária de forma discricionária e passou a manejá-la através de regras estritas de fixação da taxa de juros nominal básica de curto prazo (denominada policy rate). A equação seguinte expressa a regra de Taylor, a mais conhecida regra de política monetária, utilizada por diversos Bancos Centrais que perseguem metas de inflação, explícitas ou implícitas, na atualidade:
em quei é a taxa de juros nominal básica de curto prazo, fixada pelo Banco Central;r* é a taxa de juros real neutra;π é a taxa de inflação efetivamente observada;π* é a meta de inflação;Y é o PIB real efetivo;Y* é o PIB real potencial (de pleno-emprego);α e β são os pesos concedidos pela autoridade monetária aos objetivos de alcançar a meta de inflação e de atingir o pleno-emprego, respectivamente;e os subscritos t são o período de tempo (anual).Considere um Banco Central que maneje a política monetária, de acordo, estritamente, com a regra de Taylor, conferindo pesos iguais aos objetivos de manter a estabilidade de preços e de atingir o pleno-emprego, ou seja, α e β = 0,5. Admita, adicionalmente, que, ao decidir fixar a taxa de juros nominal básica de curto prazo i, o Conselho de Política Monetária (Copom) desse Banco Central baseie-se nos seguintes indicadores:r* = 4%πt= 6% a.a.π* = 3% a.a.Na hipótese de que o hiato do produto seja igual a zero e o Banco Central se oriente pela regra de Taylor, o Copom deverá fixar a taxa nominal básica de juros de curto prazo i, de tal sorte que essa mesma taxa, em termos reais (isto é, a taxa de juros real básica de curto prazo, ex post), seja
em quei é a taxa de juros nominal básica de curto prazo, fixada pelo Banco Central;r* é a taxa de juros real neutra;π é a taxa de inflação efetivamente observada;π* é a meta de inflação;Y é o PIB real efetivo;Y* é o PIB real potencial (de pleno-emprego);α e β são os pesos concedidos pela autoridade monetária aos objetivos de alcançar a meta de inflação e de atingir o pleno-emprego, respectivamente;e os subscritos t são o período de tempo (anual).Considere um Banco Central que maneje a política monetária, de acordo, estritamente, com a regra de Taylor, conferindo pesos iguais aos objetivos de manter a estabilidade de preços e de atingir o pleno-emprego, ou seja, α e β = 0,5. Admita, adicionalmente, que, ao decidir fixar a taxa de juros nominal básica de curto prazo i, o Conselho de Política Monetária (Copom) desse Banco Central baseie-se nos seguintes indicadores:r* = 4%πt= 6% a.a.π* = 3% a.a.Na hipótese de que o hiato do produto seja igual a zero e o Banco Central se oriente pela regra de Taylor, o Copom deverá fixar a taxa nominal básica de juros de curto prazo i, de tal sorte que essa mesma taxa, em termos reais (isto é, a taxa de juros real básica de curto prazo, ex post), seja- A1,5 ponto percentual acima da taxa de juros real neutra
- B2,5 pontos percentuais acima da taxa de juros real neutra
- C5,5 pontos percentuais acima da taxa de juros real neutra
- D11,5 pontos percentuais acima da taxa de juros real neutra
- Eigual à taxa de juros real neutra