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Questão de Segurança da Informação — Criptografia — CESGRANRIO 2025

Segurança da InformaçãoCriptografia
Código
cg023546
Banca
CESGRANRIO
Órgão
BANESE
Ano
2025
Nível
Médio
Cargo
Técnico Bancário III - Suporte
Um remetente precisa transmitir um documento digital através de uma rede de dados não confiável. Para assegurar a confidencialidade (sigilo) do documento digital, o remetente pode criptografá-lo usando um algoritmo de cifragem simétrica e uma chave secreta. Dessa forma, o texto cifrado do documento pode ser enviado com segurança para o destinatário através da rede de dados.Para compartilhar a chave secreta de forma segura com o destinatário através da rede de dados, de modo que essa chave seja exposta apenas para o destinatário, o remetente deve criptografar a chave secreta com
  1. Aoutra chave secreta gerada pelo remetente e enviar essa nova chave para o destinatário através da rede de dados.
  2. Ba sua chave privada e enviar o resultado da cifragem assimétrica para o destinatário através da rede de dados.
  3. Ca chave privada do destinatário e enviar o resultado da cifragem assimétrica para o destinatário através da rede de dados.
  4. Da chave pública do destinatário e enviar o resultado da cifragem assimétrica para o destinatário através da rede de dados.
  5. Ea chave pública de um terceiro confiável e enviar o resultado da cifragem assimétrica para o destinatário através da rede de dados.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — a chave pública do destinatário e enviar o resultado da cifragem assimétrica para o destinatário através da rede de dados.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Criptografia Híbrida: Compartilhamento Seguro de Chave Simétrica

Gabarito: letra D. Para compartilhar uma chave secreta de cifra simétrica de forma segura através de uma rede não confiável, o remetente deve criptografá-la com a chave pública do destinatário utilizando um algoritmo de cifragem assimétrica. Dessa forma, apenas o destinatário, que possui a chave privada correspondente, conseguirá decifrar a chave secreta e, em seguida, decifrar o documento protegido — combinação clássica dos dois tipos de criptografia (criptografia híbrida).

A questão testa o conhecimento sobre a aplicação prática dos dois tipos de criptografia: simétrica (rápida, mas com problema de distribuição de chave) e assimétrica (lenta, mas resolve a distribuição). A solução padrão é usar criptografia assimétrica para proteger o segredo (a chave simétrica) e, depois, usar a simétrica para os dados.

Alternativa A — ❌ Incorreta

Criptografar a chave secreta com outra chave secreta gerada pelo remetente não resolve o problema: o destinatário também precisaria conhecer essa segunda chave secreta, caindo no mesmo dilema de distribuição insegura. Não há melhoria.

Alternativa B — ❌ Incorreta

Criptografar a chave secreta com a própria chave privada do remetente é uma operação de assinatura digital, não de confidencialidade. Qualquer pessoa com a chave pública do remetente poderia decifrar (já que a cifragem com chave privada é verificável por qualquer detentor da chave pública). Logo, não garante sigilo.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Criptografar com a chave privada do destinatário é conceitualmente equivocado: a chave privada é secreta e nunca deve ser conhecida pelo remetente. Além disso, se o remetente a possuísse, ele mesmo poderia decifrar qualquer mensagem, e o destinatário precisaria usar a chave pública para decifrar o que foi cifrado com sua chave privada? Isso inverte a lógica. A cifragem assimétrica exige que quem cifra use a chave pública do destinatário; a decifragem é feita com a chave privada do destinatário.

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A prática correta é: o remetente obtém a chave pública do destinatário (que pode ser livremente distribuída), cifra a chave secreta com ela e envia o resultado. Somente o destinatário, que detém a chave privada correspondente, consegue decifrar e recuperar a chave simétrica. Esse é o mecanismo padrão dos protocolos modernos (ex.: TLS, PGP, etc.).

Alternativa E — ❌ Incorreta

Criptografar com a chave pública de um terceiro confiável (ex.: uma autoridade certificadora) não é correto, pois o destinatário não teria a chave privada desse terceiro para decifrar. O objetivo é que apenas o destinatário consiga acessar a chave; um terceiro não deve ter acesso à decifragem.

NÃO CAIA NESSA!

A banca explora a confusão entre os papéis das chaves assimétricas. Muitos candidatos trocam "chave pública do destinatário" por "chave privada do remetente" (alternativa B), pensando em sigilo, mas cifrar com a própria chave privada só garante autenticidade (assinatura), não confidencialidade. O segredo é: para garantir sigilo, use a chave pública de quem vai receber.

Gabarito: letra D.

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