O termo que é empregado para estabelecer relação de comparação na seguinte passagem do texto:
AEu já fui um sujeito muito polêmico, daqueles que têm a última palavra. (1° parágrafo)
BMinha chatice argumentativa era mais ingênua que beligerante. (1° parágrafo)
CMas comecei a perceber que as pessoas se irritavam. (2° parágrafo)
DDecidi, então, limitar o número de vezes que argumento a respeito de qualquer coisa. (2°parágrafo)
EE faço o possível para que a derradeira não seja provocativa. (2° parágrafo)
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GabaritoB — Minha chatice argumentativa era mais ingênua que beligerante. (1° parágrafo)
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Identificação de termo comparativo no texto
Gabarito: letra B. A única passagem que emprega um termo para estabelecer relação de comparação é "Minha chatice argumentativa era mais ingênua que beligerante." A estrutura "mais... que" é a clássica forma da comparação de superioridade na língua portuguesa.
Alternativa A — ❌ Incorreta
"Eu já fui um sujeito muito polêmico, daqueles que têm a última palavra."
O termo "daqueles que" é um pronome relativo que retoma "sujeito" e introduz uma oração adjetiva restritiva. Não há comparação.
Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO
"Minha chatice argumentativa era mais ingênua que beligerante."
Aqui, "mais... que" relaciona dois atributos (ingênua e beligerante) numa comparação de superioridade. A oração "que beligerante" é subordinada adverbial comparativa.
Alternativa C — ❌ Incorreta
"Mas comecei a perceber que as pessoas se irritavam."
A conjunção "mas" estabelece oposição/adversidade, não comparação. "Que" é conjunção integrante.
Alternativa D — ❌ Incorreta
"Decidi, então, limitar o número de vezes que argumento a respeito de qualquer coisa."
"Então" é advérbio com valor conclusivo; "que" é pronome relativo. Nenhum termo comparativo.
Alternativa E — ❌ Incorreta
"E faço o possível para que a derradeira não seja provocativa."
"Para que" é locução conjuntiva final, indicando finalidade. Não estabelece comparação.
PEGA ESSA DICA!
Para reconhecer uma comparação, procure por pares como "mais... (do) que", "menos... que", "tão... quanto", "tanto... quanto". No texto, o único desses pares aparece na alternativa B.
Conclusão: A banca pede o termo que estabelece relação de comparação — apenas a letra B contém a estrutura mais... que, própria das orações comparativas.
NÃO CAIA NESSA!
Sujeito nunca tem preposição
Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.