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Questão de Português — Sintaxe — FCC 2015

PortuguêsSintaxe
Código
fc019723
Banca
FCC
Órgão
DPE-SP
Ano
2015
Nível
Médio
Cargo
Oficial de Defensoria Pública
O termo que é empregado para estabelecer relação de comparação na seguinte passagem do texto:
  1. AEu já fui um sujeito muito polêmico, daqueles que têm a última palavra. (1° parágrafo)
  2. BMinha chatice argumentativa era mais ingênua que beligerante. (1° parágrafo)
  3. CMas comecei a perceber que as pessoas se irritavam. (2° parágrafo)
  4. DDecidi, então, limitar o número de vezes que argumento a respeito de qualquer coisa. (2°parágrafo)
  5. EE faço o possível para que a derradeira não seja provocativa. (2° parágrafo)
Revelar gabarito e comentário

GabaritoB — Minha chatice argumentativa era mais ingênua que beligerante. (1° parágrafo)

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Identificação de termo comparativo no texto

Gabarito: letra B. A única passagem que emprega um termo para estabelecer relação de comparação é "Minha chatice argumentativa era mais ingênua que beligerante." A estrutura "mais... que" é a clássica forma da comparação de superioridade na língua portuguesa.

Alternativa A — ❌ Incorreta

"Eu já fui um sujeito muito polêmico, daqueles que têm a última palavra."

O termo "daqueles que" é um pronome relativo que retoma "sujeito" e introduz uma oração adjetiva restritiva. Não há comparação.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

"Minha chatice argumentativa era mais ingênua que beligerante."

Aqui, "mais... que" relaciona dois atributos (ingênua e beligerante) numa comparação de superioridade. A oração "que beligerante" é subordinada adverbial comparativa.

Alternativa C — ❌ Incorreta

"Mas comecei a perceber que as pessoas se irritavam."

A conjunção "mas" estabelece oposição/adversidade, não comparação. "Que" é conjunção integrante.

Alternativa D — ❌ Incorreta

"Decidi, então, limitar o número de vezes que argumento a respeito de qualquer coisa."

"Então" é advérbio com valor conclusivo; "que" é pronome relativo. Nenhum termo comparativo.

Alternativa E — ❌ Incorreta

"E faço o possível para que a derradeira não seja provocativa."

"Para que" é locução conjuntiva final, indicando finalidade. Não estabelece comparação.

PEGA ESSA DICA!

Para reconhecer uma comparação, procure por pares como "mais... (do) que", "menos... que", "tão... quanto", "tanto... quanto". No texto, o único desses pares aparece na alternativa B.

Conclusão: A banca pede o termo que estabelece relação de comparação — apenas a letra B contém a estrutura mais... que, própria das orações comparativas.

NÃO CAIA NESSA!

Sujeito nunca tem preposição

Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.

— Sintaxe — identificação do sujeito

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