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Questão de Português — Interpretação de Textos — FCC 2015

PortuguêsInterpretação de Textos
Código
fc020340
Banca
FCC
Órgão
METRÔ-SP
Ano
2015
Nível
Médio
Cargo
Agente de Segurança Metroviária I
Nos primórdios do cinema não havia montagem porque não havia o que montar... (2o parágrafo)O sentido e a correção do segmento acima estão mantidos em:
  1. ANos primórdios do cinema, não havia montagem conquanto não havia o que montar.
  2. BComo não havia montagem, nos primórdios do cinema não havia o que montar.
  3. CNos primórdios do cinema, portanto, não havia montagem ou o que montar.
  4. DPorém, nos primórdios do cinema, não havia montagem, desde que não houvesse o que montar.
  5. EVisto que não havia o que montar, não havia montagem nos primórdios do cinema.
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GabaritoE — Visto que não havia o que montar, não havia montagem nos primórdios do cinema.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Reescrita de frase — Manutenção de sentido e correção

Gabarito: letra E. A única alternativa que preserva a relação de causa e consequência expressa no segmento original (“porque”) é a que substitui “porque” por “visto que”, mantendo a ideia de que a ausência de montagem nos primórdios do cinema se deve ao fato de não haver o que montar.

A frase original tem a estrutura: "[causa] porque [consequência]". No 2º parágrafo do texto-base, lê-se: "Nos primórdios do cinema não havia montagem porque não havia o que montar". A locução "visto que" tem valor causal idêntico ao de "porque", e a reescrita inverte a ordem das orações sem alterar o sentido lógico.

Alternativa A — ❌ Incorreta

"Nos primórdios do cinema, não havia montagem conquanto não havia o que montar."

"Conquanto" é conjunção concessiva, equivalente a "embora" — introduz uma ideia de oposição, e não de causa. O sentido original é traído: a frase passa a afirmar que havia montagem apesar da falta de material, o que contradiz o texto.

Alternativa B — ❌ Incorreta

"Como não havia montagem, nos primórdios do cinema não havia o que montar."

Aqui, "como" (causal) inverte a relação causa-efeito: coloca a inexistência de montagem como causa da inexistência de material. O original diz o contrário.

Alternativa C — ❌ Incorreta

"Nos primórdios do cinema, portanto, não havia montagem ou o que montar."

"Portanto" é conclusivo, não causal; e o uso de "ou" (disjunção) sugere que as duas coisas (montagem e o que montar) são alternativas excludentes, o que não está no texto.

Alternativa D — ❌ Incorreta

"Porém, nos primórdios do cinema, não havia montagem, desde que não houvesse o que montar."

"Porém" marca oposição (adversativa) — sentido estranho ao original. "Desde que" é condicional ("se"), e o subjuntivo "houvesse" torna a condição hipotética, quando no texto a relação é factual.

Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO

"Visto que não havia o que montar, não havia montagem nos primórdios do cinema."

"Visto que" é conjunção causal, sinônima de "porque", e mantém exatamente a relação de causa e consequência: a falta de material era a razão para a inexistência de montagem. A inversão da ordem das orações é gramatical e semanticamente aceitável.

Gabarito: letra E

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