Analista de Sistemas – Administrador de Banco de Dados
Um Administrador de Banco de Dados precisa rastrear as ações de usuários que implicaram em alterações de registros nas tabelas dos bancos de um sistema, alterações essas feitas via SQL sem usarem as funcionalidades do próprio sistema. Para registrar e depois poder avaliar esses acessos, o Administrador de Banco de Dados deve
Aimplementar log de auditoria, o qual deve ter política de limpeza ou truncamento para evitar o consumo de áreas de tabelas e espaço físico de discos de armazenamento de dados a um nível que degrade os sistemas de aplicação que acessam o banco.
Bnão desativar o log de auditoria, que é um mecanismo automático, ativado assim que o banco de dados é instalado e que registra as alterações em todas as tabelas do sistema sem necessidade de configuração pelo Administrador de Banco de Dados.
Cativar a replicação de tabelas que irá gerar uma cópia das alterações feitas sobre as tabelas em uma tabela auxiliar, a qual pode ser usada nas análises do Administrador de Bancos de Dados quanto a origem dos acessos.
Dnão desativar a replicação de tabelas que funciona automaticamente, assim que instalado o banco de dados e que irá gerar uma cópia das alterações feitas sobre as tabelas em uma tabela auxiliar, a qual pode ser usada nas análises do Administrador de Bancos de Dados quanto a origem dos acessos.
Enão desativar as réplicas de tabelas e log de auditoria de tabelas que são automaticamente estabelecidas quando da instalação do banco de dados e irão permitir ao Administrador de Banco de Dados as análises quanto a origem dos acessos.
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GabaritoA — implementar log de auditoria, o qual deve ter política de limpeza ou truncamento para evitar o consumo de áreas de tabelas e espaço físico de discos de armazenamento de dados a um nível que degrade os sistemas de aplicação que acessam o banco.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Log de Auditoria em Banco de Dados
Gabarito: letra A. O Administrador de Banco de Dados precisa rastrear alterações diretas em tabelas (via SQL, sem o sistema). A solução é implementar um log de auditoria, que deve ter política de limpeza para evitar degradação de desempenho – exatamente o que a alternativa A descreve.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A alternativa acerta ao propor o log de auditoria e alertar sobre a necessidade de política de limpeza/truncamento. Logs de auditoria registram operações de DML (INSERT, UPDATE, DELETE) em tabelas, permitindo rastrear o responsável e o momento. Sem uma política de retenção, o log pode consumir espaço e degradar o desempenho do banco.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Afirma que o log de auditoria é automático, ativado desde a instalação, sem necessidade de configuração. Na prática, o auditoria precisa ser explicitamente ativada e configurada pelo DBA, e não registra automaticamente todas as alterações em todas as tabelas.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Confunde auditoria com replicação. Replicação de tabelas mantém cópias em outro servidor ou banco, mas não se destina a registrar a origem dos acessos nem gera automaticamente uma tabela auxiliar para consulta.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Também confunde com replicação. A replicação não é automática (precisa ser configurada) e não serve para rastrear alterações; seu objetivo é disponibilidade ou distribuição de dados.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Mistura réplicas e log de auditoria como se ambos fossem automáticos e estabelecidos na instalação. Nenhum dos dois é configurado por padrão; ambos exigem ação do DBA. Além disso, a replicação não é um mecanismo de auditoria.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a crença de que logs de auditoria são automáticos e ativados por padrão. Em SGBD relacionais (Oracle, SQL Server, PostgreSQL), a auditoria precisa ser ativada e configurada explicitamente. O mesmo vale para replicação: nada é automático.
PEGA ESSA DICA!
Para rastrear alterações diretas em tabelas, o mecanismo correto é auditoria (triggers, logs de transação, ou ferramentas específicas). Replicação serve para distribuir dados, não para registrar quem alterou. Sempre desconfie de alternativas que prometem funcionalidades "automáticas" sem configuração.