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Questão de Administração Geral — Comportamento Organizacional e Trabalho em Equipe — FCC 2015

Administração GeralComportamento Organizacional e Trabalho em Equipe
Código
fc023421
Banca
FCC
Órgão
TRE-AP
Ano
2015
Nível
Superior
Cargo
Analista Judiciário - Judiciária
Considere a seguinte situação hipoteticamente verificada em uma organização: João, servidor que atua na execução de determinado projeto, discorda da orientação recebida do gerente do referido projeto, que não é seu superior hierárquico, mas sim o coordenador do grupo de trabalho formado para a realização de projetos estratégicos que envolvem diversos setores da organização. Uma das abordagens passíveis de utilização para o gerenciamento do referido conflito é recorrer a uma terceira parte, podendo ser utilizada a figura do
  1. Asuperior hierárquico, que determinará quem deve ceder.
  2. Bmediador, elemento neutro que facilita a solução negociada, com a sugestão de alternativas, sem caráter coercitivo.
  3. Cárbitro, que tem o objetivo de persuadir as partes na construção de uma solução intermediária
  4. Dconsultor, utilizado quando as partes decidem delegar a terceiro imparcial a decisão sobre a melhor alternativa para a resolução do conflito instalado.
  5. Econciliador, elemento com autoridade para ditar um acordo, que deve se basear em critérios de equidade e razoabilidade.
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GabaritoB — mediador, elemento neutro que facilita a solução negociada, com a sugestão de alternativas, sem caráter coercitivo.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Gestão de Conflitos - Terceira Parte

Gabarito: letra B. A questão aborda a figura do mediador como terceiro neutro que facilita a negociação entre as partes, sem poder coercitivo ou decisório, apenas sugerindo alternativas. As demais alternativas confundem os papéis de árbitro, conciliador, consultor e superior hierárquico.

Critério

Mediador

Árbitro

Conciliador

Consultor

Superior hierárquico

Quem decide

As partes

O terceiro (sentença arbitral)

As partes

As partes

O superior

Poder do terceiro

Facilita, sugere (sem coerção)

Impõe decisão vinculante

Aproxima, sugere (sem imposição)

Aconselha, orienta

Determina (autoridade)

Natureza da intervenção

Neutra, não decisória

Decisória (julgamento)

Ativa, propositiva

Técnica, consultiva

Hierárquica, impositiva

Alternativa A — ❌ Incorreta

Atribui ao superior hierárquico o papel de "determinar quem deve ceder", o que é uma abordagem de autoridade, não de terceira parte neutra. O superior hierárquico decide com base em sua posição, diferentemente do mediador, que não impõe decisão.

Alternativa B — ✅ Correta ⟵ GABARITO

Define corretamente o mediador: elemento neutro que facilita a solução negociada, com sugestão de alternativas, sem caráter coercitivo. É a figura adequada quando se deseja resolver o conflito por meio do diálogo com auxílio de um terceiro imparcial.

Alternativa C — ❌ Incorreta

Descreve o árbitro como alguém que "persuade as partes na construção de uma solução intermediária". Na arbitragem, o terceiro tem poder de decisão e impõe uma solução (sentença arbitral), não apenas persuade. O papel de persuadir é mais próximo da mediação ou conciliação.

Alternativa D — ❌ Incorreta

Afirma que o consultor é utilizado quando as partes delegam a decisão a um terceiro imparcial. Na consultoria, o profissional aconselha, mas a decisão permanece com as partes. A delegação de decisão é característica da arbitragem, não da consultoria.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Apresenta o conciliador como elemento com "autoridade para ditar um acordo". O conciliador aproxima as partes e sugere soluções, mas não tem poder de impor um acordo; este é voluntário. A autoridade para ditar acordo é própria do árbitro (na arbitragem) ou do juiz (no âmbito judicial).

Gabarito: letra B.

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