Questão de Banco de Dados — DER - Diagrama de Entidade e Relacionamento — FCC 2015
Banco de Dados›DER - Diagrama de Entidade e Relacionamento
Código
fc023705
Banca
FCC
Órgão
TRE-PB
Ano
2015
Nível
Médio
Cargo
Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Programação de Sistemas
Um técnico desenvolveu um pequeno Modelo Entidade-Relacionamento mostrando uma relação um-para-muitos entre duas entidades. Nesse tipo de relação.
Acada registro inserido na entidade do lado “um" deverá ter obrigatoriamente mais de um registro relacionado na entidade do lado “muitos".
Bdeverá ser criada uma entidade de ligação cuja chave primária composta será formada pela combinação da chave primária das duas entidades relacionadas.
Ca chave primária do lado “muitos" deverá ser composta por pelo menos dois atributos, sendo um deles, a chave estrangeira.
Da chave primária do lado “um" deverá ser chave estrangeira do lado “muitos".
Ea chave primária de cada entidade só pode ser composta por um atributo.
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GabaritoD — a chave primária do lado “um" deverá ser chave estrangeira do lado “muitos".
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Modelo Entidade-Relacionamento: Relacionamento 1:N
Gabarito: letra D. Em um relacionamento um-para-muitos (1:N), o lado "um" fornece sua chave primária que se torna chave estrangeira no lado "muitos", garantindo a referência entre as entidades. É a regra básica de mapeamento do MER para o modelo relacional, conforme o próprio material de apoio: "a chave estrangeira será colocada do lado muitos da cardinalidade".
A banca testa a diferença entre relacionamentos 1:N e N:N e a correta implementação de chaves. Vamos analisar cada alternativa:
Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que cada registro do lado "um" deve ter mais de um registro no lado "muitos". Isso é falso: a cardinalidade mínima pode ser zero, um ou mais — não há obrigatoriedade de múltiplos. Uma ocorrência de A pode estar associada a zero, uma ou várias ocorrências de B, dependendo da regra de negócio.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Descreve uma entidade de ligação com chave primária composta pelas chaves das duas entidades. Esse é o tratamento de um relacionamento muitos-para-muitos (N:N), não de um para-um-para-muitos (1:N). Em 1:N não se cria tabela extra; a chave estrangeira é colocada diretamente no lado "muitos".
Alternativa C — ❌ Incorreta
Diz que a chave primária do lado "muitos" deve ser composta por pelo menos dois atributos, incluindo a chave estrangeira. Não há tal exigência. A chave primária do lado "muitos" é geralmente um identificador próprio (ex.: ID), e a chave estrangeira é um atributo separado — a menos que seja uma entidade fraca, o que não é o caso genérico.
Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Afirma que a chave primária do lado "um" deve ser chave estrangeira do lado "muitos". Exato: ao mapear um relacionamento 1:N, a chave primária da entidade do lado "um" (ex.: ID do cliente) é incluída como atributo (chave estrangeira) na entidade do lado "muitos" (ex.: tabela de pedidos), estabelecendo o vínculo.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Afirma que a chave primária de cada entidade só pode ser composta por um atributo. Isso é falso: chaves primárias podem ser simples ou compostas (múltiplos atributos), conforme a necessidade de identificação única.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a confusão entre relacionamentos 1:N e N:N. A alternativa B descreve perfeitamente um N:N, mas a pergunta é sobre 1:N. Lembre-se: em 1:N nunca se cria tabela de ligação; a chave estrangeira fica no lado muitos.
Conclusão: apenas a alternativa D descreve corretamente o relacionamento um-para-muitos no contexto do Modelo Entidade-Relacionamento e seu mapeamento para o modelo relacional.