Questão de Contabilidade de Custos — Custo de Produção — FCC 2016
Contabilidade de Custos›Custo de Produção
Código
fc028979
Banca
FCC
Órgão
ELETROBRAS-ELETROSUL
Ano
2016
Nível
Superior
Cargo
Ciências Contábeis
A empresa Blue Bird S.A. está com sua produção reduzida a 50% da capacidade instalada. O valor do aluguel mensal da fábrica, de R$ 50.000,00, foi absorvido totalmente na produção. Este procedimento está
Aem conformidade com as normas, uma vez que os custos fixos devem ser absorvidos pelos produtos, no mês em que eles incorrem.
Berrado, devendo o valor ser levado a despesas gerais e administrativas.
Ccorreto, sendo opção da empresa absorver no custo dos produtos produzidos ou levar ao resultado, como perda não operacional.
Dinadequado, uma vez que a ociosidade reflete perdas não operacionais, devendo ser registrada em outras receitas operacionais, após o Lucro Bruto.
Eerrado, uma vez que a ociosidade deve ser alocada ao Custo dos Produtos Vendidos.
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GabaritoE — errado, uma vez que a ociosidade deve ser alocada ao Custo dos Produtos Vendidos.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Ociosidade no custeio por absorção
Gabarito: letra E. O procedimento está errado porque, no custeio por absorção, os custos fixos devem ser alocados com base na capacidade normal de produção. Quando a produção está abaixo da capacidade, a parcela dos custos fixos relativa à ociosidade não deve ser incorporada ao custo dos produtos, mas sim reconhecida como custo do período (como parte do CPV ou despesa operacional). A banca cobra o entendimento de que absorver integralmente o aluguel na produção reduzida distorce o custo unitário e viola o princípio da competência.
1Custos fixos totais do período
2Alocar com base na capacidade normal
3Parcela da ociosidade não capitalizada
4Reconhecer como custo do período (CPV)
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Alternativa A — ❌ Incorreta
Afirma que está conforme as normas. Está errada porque as normas contábeis (CPC 16 – Estoques, IAS 2) determinam que a alocação dos custos fixos seja baseada na capacidade normal de produção. Se a produção é de 50%, a parte do aluguel correspondente à ociosidade deve ser exposta como custo do período, e não capitalizada nos estoques.
Alternativa B — ❌ Incorreta
Propõe levar o aluguel a despesas gerais e administrativas. O aluguel da fábrica é custo de produção (fixo), não despesa administrativa. A ociosidade pode ser tratada como custo do período, mas não como despesa administrativa.
Alternativa C — ❌ Incorreta
Diz que é opcional. Não há opção: a contabilidade segue o regime de competência e as normas. Se a empresa optasse por levar ao resultado como perda não operacional, estaria distorcendo a classificação. A ociosidade é custo operacional, não perda não operacional.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Classifica a ociosidade como perda não operacional e sugere registro em outras receitas operacionais após o Lucro Bruto. Perdas não operacionais devem ser registradas após o resultado operacional, e não como receita. A ociosidade é custo operacional, mas seu tratamento correto é como custo do período (CPV ou despesa operacional).
Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Reconhece que o procedimento está errado e afirma que a ociosidade deve ser alocada ao Custo dos Produtos Vendidos. Isso significa que o custo da ociosidade não deve ser capitalizado nos estoques, mas sim reconhecido como despesa no período em que ocorre, normalmente integrando o CPV (ou como custo do período separadamente). É a única alternativa que aponta o erro e indica o tratamento correto.
PEGA ESSA DICA!
Lembre-se: no custeio por absorção, os custos fixos são alocados com base na capacidade normal. A ociosidade gera um custo que não é absorvido pelos produtos, mas sim exposto no resultado do período. Questões da FCC frequentemente exploram essa diferença entre absorção total da capacidade e absorção baseada na capacidade normal.