Questão de História — República de 1954 a 1964 — FCC 2017
História›República de 1954 a 1964
Código
fc037583
Banca
FCC
Órgão
SABESP
Ano
2017
Nível
Médio
Cargo
Programa de Aprendizagem de Assistente Administrativo
O texto e o conhecimento histórico permitem afirmar que a oficialidade militar brasileira, sobretudo da FEB, teve participação importante na queda de
AGetúlio Vargas e do Estado Novo em 1945.
BJanio Quadros e do Golpe de Estado em 1964.
CJoão Goulart e do Regime Democrático em 1969.
DEmílio G. Médici e da Anistia Política em 1979.
EErnesto Geisel e da Ditadura Militar em 1985.
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GabaritoA — Getúlio Vargas e do Estado Novo em 1945.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Participação militar na queda de Vargas (1945)
Gabarito: letra A. O texto menciona que oficiais da FEB, ao voltarem da campanha na Itália, assumiram posições favoráveis à volta da democracia, considerando incongruente lutar contra o autoritarismo "lá fora" e sustentá-lo "aqui dentro". Esse contexto histórico remete ao fim do Estado Novo e à deposição de Getúlio Vargas em 1945, quando a pressão militar, especialmente de oficiais com experiência na FEB, contribuiu decisivamente para a queda do regime.
Texto-base: "O sentimento de que era uma incongruência lutar contra o autoritarismo 'lá fora' e sustentá-lo 'aqui dentro' foi particularmente forte entre a oficialidade das Forças Armadas. Ao voltarem da campanha na Itália, muitos oficiais assumiram posições claramente favoráveis à volta da democracia."
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A FEB retornou ao Brasil em 1945 e seus oficiais, muitos dos quais haviam combatido o nazifascismo na Europa, tornaram-se críticos do regime autoritário de Vargas. Em outubro de 1945, uma aliança entre civis e militares (incluindo oficiais da FEB) resultou na deposição de Getúlio Vargas e no fim do Estado Novo, abrindo caminho para a redemocratização.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A queda de Jânio Quadros em 1961 (renúncia) e o golpe de 1964 estão associados a um contexto político muito posterior. Em 1961, a FEB já não era uma força ativa, e a oficialidade envolvida em 1964 era majoritariamente de outra geração. Além disso, o texto fala explicitamente do pós-guerra imediato, não dos anos 1960.
Alternativa C — ❌ Incorreta
João Goulart foi deposto em 1964 (não 1969) e a afirmação de "queda do Regime Democrático" é imprecisa. A deposição de Jango ocorreu em 1964, iniciando a ditadura militar, mas o texto não se refere a esse período; refere-se a 1945.
Alternativa D — ❌ Incorreta
Emílio G. Médici foi presidente da ditadura (1969-1974) e não "caiu" em 1979. A anistia política de 1979 ocorreu sob o governo de João Figueiredo. A participação da FEB no fim do Estado Novo não tem relação com esses eventos.
Alternativa E — ❌ Incorreta
Ernesto Geisel foi presidente da ditadura (1974-1979) e a transição para a democracia ocorreu gradualmente, com a posse de José Sarney em 1985. A FEB não teve participação nesse processo; seu papel foi na deposição de Vargas em 1945.
PEGA ESSA DICA!
Ao ler questões sobre a participação militar na queda de Vargas, lembre-se de que a FEB retornou em 1945 e seus integrantes, especialmente os oficiais, tornaram-se arautos da redemocratização. Essa é uma associação direta com o fim do Estado Novo.