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Questão de Português — Interpretação de Textos — FCC 2017

PortuguêsInterpretação de Textos
Código
fc040709
Banca
FCC
Órgão
ARTESP
Ano
2017
Nível
Médio
... em absoluto falo mal da tecnologia... (2° parágrafo)Esse segmento está reescrito conforme a norma-padrão da língua e com o sentido preservado, em linhas gerais, em:
  1. A... de modo nenhum vejo a tecnologia como algo mau...
  2. B... de jeito algum me eximo de perceber um mal na tecnologia...
  3. C... é óbvio que não interpreto mal a tecnologia...
  4. D... naturalmente evito em cogitar algum mau na tecnologia...
  5. E... certamente mal admito julgar a tecnologia...
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GabaritoA — ... de modo nenhum vejo a tecnologia como algo mau...

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Reescrita do segmento "em absoluto falo mal da tecnologia"

Gabarito: letra A. A alternativa A mantém a negação total e o sentido de não considerar a tecnologia como algo ruim, parafraseando fielmente a ideia original: "de modo nenhum vejo a tecnologia como algo mau".

O texto original afirma que o autor, "em absoluto" (de jeito nenhum) "falo mal" (critico, considero mau) da tecnologia. A reescrita deve preservar a negação completa e o sentido de não atribuir um caráter negativo à tecnologia.

Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO

"... de modo nenhum vejo a tecnologia como algo mau..."

A expressão "de modo nenhum" equivale a "em absoluto", e "vejo a tecnologia como algo mau" corresponde a "falo mal da tecnologia" (considerar mau). A alternativa usa corretamente "mau" (adjetivo, oposto de bom) e mantém a negação total. Nenhuma informação é acrescentada ou suprimida.

Alternativa B — ❌ Incorreta

"... de jeito algum me eximo de perceber um mal na tecnologia..."

Erro: contradiz o texto. A frase significa que o autor não se exime (ou seja, não se abstém) de perceber um mal na tecnologia — logo, ele percebe algo negativo. O original diz exatamente o oposto: ele não fala mal, não vê mal. Além disso, "mal" é usado como substantivo (doença, defeito), o que altera o sentido.

Alternativa C — ❌ Incorreta

"... é óbvio que não interpreto mal a tecnologia..."

Erro: troca de conceito. "Interpretar mal" significa compreender erroneamente, não "falar mal" (criticar). O original não fala sobre interpretação, e sim sobre juízo de valor. A expressão "é óbvio" também acrescenta uma certeza que não está no original.

Alternativa D — ❌ Incorreta

"... naturalmente evito em cogitar algum mau na tecnologia..."

Erro: extrapolação e desvio gramatical. "Evitar cogitar" implica esforço para não pensar, enquanto o original apenas nega a ação de falar mal. Além disso, a regência de "evitar" exige preposição "de" (evito de cogitar? — o correto é "evito cogitar"). O uso de "mau" como substantivo é inadequado (deveria ser "mal"). O sentido fica distorcido.

Alternativa E — ❌ Incorreta

"... certamente mal admito julgar a tecnologia..."

Erro: alteração da negação. "Mal admito" significa "admito com dificuldade" ou "quase não admito", o que é diferente de "não admito de forma alguma". O "certamente" acrescenta convicção ausente no original. O verbo "julgar" também não é sinônimo de "falar mal" (pode-se julgar bem ou mal).

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