No entanto, eu e meu pai cantávamos muitas das marchinhas que ouvíamos no rádio, numa época em que a TV ainda não existia.Mantém o sentido e a correção originais da frase acima:
ANo entanto, a gente cantava as marchinhas que ouvíamos no rádio, numa época em que faziam poucos anos que a TV existia.
BPorém, eu e meu pai cantávamos muitas das marchinhas ouvidas no rádio, numa época em que ainda não existia muitas emissoras de TV.
CContudo, meu pai e eu cantávamos muitas das marchinhas que escutávamos no rádio, em uma época em que ainda não havia a TV.
DPorquanto que eu e meu pai cantávamos muitas marchinhas escutadas no rádio, numa época onde não haviam outros entretenimentos.
EAinda assim, meu pai e eu entoávamos muitas das marchinhas tocadas à rádio, quando ainda não tinham TVs.
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GabaritoC — Contudo, meu pai e eu cantávamos muitas das marchinhas que escutávamos no rádio, em uma época em que ainda não havia a TV.
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Reescrita com preservação de sentido e correção
Gabarito: letra C. A única alternativa que mantém o sentido original (época em que a TV ainda não existia) e a correção gramatical é a C. O texto original afirma: "numa época em que a TV ainda não existia". A alternativa C reescreve como "em uma época em que ainda não havia a TV", mantendo a mesma informação. As demais alteram o sentido ou apresentam erros de concordância, regência ou léxico.
Alternativa A — ❌ Incorreta
Substitui "ainda não existia" por "faziam poucos anos que a TV existia" — contradiz o texto (que nega a existência da TV). Além disso, "a gente" perde a especificidade de "eu e meu pai" e "as marchinhas" (todas) restringe o sentido de "muitas das marchinhas" (parte delas).
Alternativa B — ❌ Incorreta
Apresenta erro de concordância verbal: "ainda não existia muitas emissoras de TV" — o verbo "existia" deveria concordar com o sujeito plural "muitas emissoras" (existiam). Além disso, altera o sentido: o texto original diz que a TV não existia; a B diz que "não existia muitas emissoras" (TV existia, mas com poucas emissoras).
Alternativa C — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Preserva o sentido original: "Contudo" é sinônimo de "No entanto"; "escutávamos" equivale a "ouvíamos"; e "ainda não havia a TV" é paráfrase correta de "a TV ainda não existia". A construção "havia a TV" é impessoal e correta.
Alternativa D — ❌ Incorreta
"Porquanto que" é forma inexistente (o correto seria apenas "Porquanto"). "Onde" é inadequado para tempo (deveria ser "em que"). "Não haviam" é erro de concordância (impessoal: "não havia"). O sentido também muda: a original fala da inexistência da TV; a D fala de "outros entretenimentos" — extrapola o texto.
Alternativa E — ❌ Incorreta
"Ainda assim" tem valor concessivo, diferente do adversativo "No entanto". "Entoávamos" não é sinônimo de "cantávamos" (entoar é mais formal e sugere entoar hinos). "Tocadas à rádio" — regência errada (o correto é "no rádio"). "Quando ainda não tinham TVs" — sujeito oculto (quem não tinha?) e sentido alterado (a original nega a existência da TV; a E sugere que as pessoas não possuíam TV).
PEGA ESSA DICA!
Em questões de reescrita, identifique o conector e a informação factual principal. Confronte cada alternativa com o trecho original, verificando se há negação, tempo verbal ou quantificador modificado. Erros gramaticais (concordância, regência) já eliminam a alternativa.
NÃO CAIA NESSA!
Sujeito nunca tem preposição
Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.