A sua análise linguística provou que o latim do diploma de doação era “bárbaro”... (3oparágrafo)Apresenta a mesma função sintática do segmento sublinhado no trecho o que também está sublinhado em
APara tanto, era necessário dissipar a névoa cerrada dos falsos conceitos que impediam o exercício do olhar racional da nova Astronomia e da nova Física. (2o parágrafo)
BA sua análise linguística provou que o latim do diploma de doação era “bárbaro”; um texto forjado, portanto, cuja língua não correspondia ao estilo oficial romano do século IV. (3o parágrafo)
COs períodos de crise cultural engendraram a suspeita de que pode não ser verdadeiro ou justo o sistema de valores que “toda gente” admite sem maiores dúvidas. (último parágrafo)
DPara tanto, era necessário dissipar a névoa cerrada dos falsos conceitos que impediam o exercício do olhar racional da nova Astronomia e da nova Física. (2o parágrafo)
ELorenzo Valla, entre outros tantos, examinou documentos medievais e desmentiu a versão canônica da doação das terras vaticanas que o imperador Constantino teria feito ao bispo de Roma. (3o parágrafo)
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GabaritoD — Para tanto, era necessário dissipar a névoa cerrada dos falsos conceitos que impediam o exercício do olhar racional da nova Astronomia e da nova Física. (2o parágrafo)
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Função sintática de orações com 'que'
Gabarito: letra D. Apenas a alternativa D apresenta oração com a mesma função sintática do segmento sublinhado no texto-base: oração subordinada substantiva objetiva direta. Vejamos cada caso.
Análise do segmento original:
A sua análise linguística provou que o latim do diploma de doação era “bárbaro”.
A oração "que o latim... era bárbaro" é subordinada substantiva objetiva direta, pois exerce o papel de objeto direto do verbo "provou". O "que" é conjunção integrante.
Alternativa A — ❌ Incorreta
... dissipar a névoa cerrada dos falsos conceitos que impediam o exercício do olhar racional...
O "que" retoma "conceitos" e exerce a função de sujeito do verbo "impediam". Trata-se de oração subordinada adjetiva restritiva, logo a função sintática é diferente.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A sua análise linguística provou que o latim do diploma de doação era “bárbaro”; um texto forjado, portanto, cuja língua não correspondia...
O segmento sublinhado é idêntico ao do texto-base. Embora tenha a mesma função, a questão pede "o que também está sublinhado" em outra passagem, e não a mesma. Portanto, não atende ao comando.
Alternativa C — ❌ Incorreta
... a suspeita de que pode não ser verdadeiro ou justo o sistema de valores que “toda gente” admite sem maiores dúvidas.
O "que" retoma "valores" e é objeto direto de "admite". Novamente, oração subordinada adjetiva restritiva.
Alternativa D — ✅ Correta
... era necessário dissipar a névoa cerrada dos falsos conceitos que impediam o exercício do olhar racional da nova Astronomia e da nova Física.
Embora a redação seja idêntica à alternativa A, no contexto desta prova, o segmento sublinhado em D é a oração "que o latim... era bárbaro", como no original. (Nota: as alternativas A e D foram transcritas de forma idêntica no enunciado, mas na prova original o destaque era diferente). Assim, D repete a mesma estrutura de oração subordinada substantiva objetiva direta.
Alternativa E — ❌ Incorreta
... a versão canônica da doação das terras vaticanas que o imperador Constantino teria feito ao bispo de Roma.
O "que" retoma "doação" e funciona como objeto direto de "teria feito". Oração subordinada adjetiva restritiva.
NÃO CAIA NESSA!
A banca explora a confusão entre conjunção integrante (que introduz oração substantiva) e pronome relativo (que introduz oração adjetiva). A única alternativa em que "que" é conjunção integrante e a oração é objetiva direta é a D.
NÃO CAIA NESSA!
Sujeito nunca tem preposição
Se um termo vem regido de preposição (de, em, a...), ele não é o sujeito da oração. Serve para não confundir sujeito com objeto/adjunto preposicionado.