Em um paciente com asma em atividade, tratado ambulatoriamente, a monitorização da severidade da doença vai orientar o tratamento, sendo um dos principais parâmetros o valor
Ada razão entre volume expiratório forçado em 1 segundo e a capacidade vital forçada.
Bda saturação de O₂ obtido com oxímetro de pulso, em ar ambiente.
Cdo volume pulmonar residual após expiração forçada.
Dda PaO₂ e PaCO₂ em ar ambiente e em repouso.
Eda porcentagem de queda do volume expiratório forçado em 1 segundo após exercício leve padronizado.
Revelar gabarito e comentário▾
GabaritoA — da razão entre volume expiratório forçado em 1 segundo e a capacidade vital forçada.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
Es pirometria na monitorização da asma
Gabarito: letra A. Na asma em atividade, o principal parâmetro espirométrico para monitorizar a severidade e orientar o tratamento é a relação entre o volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) e a capacidade vital forçada (CVF). Essa relação é fundamental para caracterizar o distúrbio obstrutivo e acompanhar sua reversibilidade, conforme discutido nas diretrizes de função pulmonar.
A espirometria é o exame central na Pneumologia. O texto de apoio destaca que a "Relação VEF1/CV" é "muito importante para o diagnóstico de um distúrbio obstrutivo". Na asma, doença obstrutiva com reversibilidade, a monitorização da severidade utiliza o VEF1 e sua relação com a CVF. Valores reduzidos indicam obstrução, e a melhora após broncodilatador confirma o diagnóstico.
1VEF1/CVF reduzida
2Distúrbio obstrutivo
3Teste broncodilatador
4Melhora confirma asma
LEVEL · soulevel.com.br
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
Corresponde exatamente à razão VEF1/CVF (ou VEF1/CV). Esse parâmetro é utilizado rotineiramente na prática clínica para classificar a gravidade da asma e monitorizar a resposta ao tratamento. O texto de apoio afirma que a relação VEF1/CV é "muito importante para o diagnóstico de um distúrbio obstrutivo".
Alternativa B — ❌ Incorreta
A saturação de O₂ por oximetria de pulso avalia a oxigenação, mas não é o principal parâmetro para monitorizar a severidade da asma em ambulatório. A saturação pode estar normal mesmo em obstrução moderada, sendo mais útil em exacerbações agudas.
Alternativa C — ❌ Incorreta
O volume pulmonar residual é um dos volumes estáticos medidos na pletismografia, não sendo parâmetro de fluxo. Não é utilizado rotineiramente para monitorizar a severidade da asma.
Alternativa D — ❌ Incorreta
PaO₂ e PaCO₂ são gasometria arterial, indicada em exacerbações graves ou quando há suspeita de insuficiência respiratória. Na asma ambulatorial estável, a gasometria não é parte da monitorização de rotina.
Alternativa E — ❌ In correta
A porcentagem de queda do VEF1 após exercício é um teste de broncoprovocação, usado para diagnóstico de asma (especialmente em casos duvidosos), e não para monitorização da severidade. A monitorização ambulatorial utiliza o VEF1 basal e a relação VEF1/CVF.
NÃO CAIA NESSA!
A alternativa E pode ser confundida com um parâmetro de monitorização, mas na verdade é um teste diagnóstico (broncoprovocação). A banca troca o contexto: monitorização de severidade (espirometria de rotina) vs. teste provocativo.