Questão de Atualidades — Atualidades do ano de 2019 — FCC 2019
Atualidades›Atualidades do ano de 2019
Código
fc056334
Banca
FCC
Órgão
SANASA Campinas
Ano
2019
Cargo
Analista de Tecnologia da Informação - Análise e Desenvolvimento
Uma cientista brasileira de 33 anos, formada em Química pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), desenvolveu um equipamento que poderá revolucionar o tratamento de uma moléstia que, não raro, necessita de intervenção cirúrgica. Apesar da pouca idade, a cientista é chefe de um laboratório de pesquisa da Universidade do Texas, em Austin (EUA).(Disponível em: https://bit.ly/2WaaiPh. Acesso em 31.05.2019)O equipamento criado pela brasileira assemelha-se a uma caneta capaz de
Adetectar células tumorais.
Bextrair tumores do cérebro de forma pouca invasiva.
Cexecutar filmagens em órgãos com células cancerígenas.
Dinjetar medicamentos direta e somente nas células malignas.
Epossibilitar a aplicação quimioterápica na residência do doente.
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GabaritoA — detectar células tumorais.
Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.
A caneta que detecta células tumorais
Gabarito: letra A. A cientista brasileira Livia Eberlin, formada em Química pela Unicamp e chefe de laboratório na Universidade do Texas, desenvolveu uma caneta capaz de detectar células tumorais durante procedimentos cirúrgicos, usando espectrometria de massas para analisar tecidos em tempo real. As demais alternativas descrevem funções que não correspondem ao equipamento noticiado em 2019.
A questão cobra um fato de atualidades científicas de 2019: a divulgação da "caneta" criada pela pesquisadora brasileira. O equipamento, chamado de MasSpec Pen, funciona como um dispositivo de diagnóstico intraoperatório — o cirurgião toca a caneta no tecido suspeito e, em poucos segundos, o aparelho identifica se há células cancerígenas, permitindo uma cirurgia mais precisa e menos invasiva. A inovação não extrai tumores, não filma órgãos, não injeta medicamentos nem permite quimioterapia em casa: ela apenas detecta a presença de células tumorais, auxiliando o médico a decidir onde cortar.
A banca explora a confusão entre "detectar" e "tratar". O verbo da alternativa correta é o que define a função da caneta: ela é um instrumento de diagnóstico, não de terapia. As alternativas incorretas atribuem à caneta ações terapêuticas (extrair, injetar, aplicar quimioterapia) ou de imagem (filmar), que não fazem parte do invento.
Alternativa A — ✅ Correta ⟵ GABARITO
A caneta desenvolvida por Livia Eberlin detecta células tumorais. O texto do enunciado afirma que o equipamento "poderá revolucionar o tratamento de uma moléstia que, não raro, necessita de intervenção cirúrgica" — e a função da caneta é justamente identificar, em tempo real, se o tecido analisado contém células cancerígenas, guiando o cirurgião na remoção precisa do tumor. É um dispositivo de diagnóstico intraoperatório, não de terapia.
Alternativa B — ❌ Incorreta
A caneta não extrai tumores do cérebro. Ela apenas detecta células tumorais; a remoção do tumor continua sendo feita pelo cirurgião. A alternativa confunde a função diagnóstica com a terapêutica — a caneta não realiza nenhuma intervenção cirúrgica.
Alternativa C — ❌ Incorreta
A caneta não executa filmagens em órgãos. Ela não é um equipamento de imagem (como endoscópio ou câmera); sua função é analisar quimicamente o tecido, por espectrometria de massas, para identificar a presença de células malignas. A alternativa atribui à caneta uma capacidade de captação de imagens que não existe no invento.
Alternativa D — ❌ Incorreta
A caneta não injeta medicamentos. Ela é um dispositivo de detecção, não de administração de fármacos. A alternativa confunde o papel da caneta com o de um sistema de liberação de drogas — função que não faz parte do equipamento.
Alternativa E — ❌ Incorreta
A caneta não possibilita a aplicação quimioterápica na residência do doente. A quimioterapia é um tratamento sistêmico que não tem relação com a função da caneta, que é apenas diagnosticar células tumorais durante a cirurgia. A alternativa inventa uma aplicação domiciliar que não corresponde ao invento.
NÃO CAIA NESSA!
A banca troca o verbo "detectar" por ações terapêuticas (extrair, injetar, aplicar quimioterapia) para confundir o candidato. A caneta é um instrumento de diagnóstico, não de tratamento — lembre-se disso e elimine as alternativas que atribuem à caneta funções de intervenção.
NÃO CAIA NESSA!
Em questões de atualidades científicas, identifique a função principal do invento noticiado. A caneta da Livia Eberlin é um marco por permitir a detecção rápida de células tumorais durante a cirurgia — um avanço no diagnóstico, não na terapia. Fique atento a esse tipo de pegadinha: a banca adora inverter o papel do equipamento.