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Questão de Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015 — Provas em Espécie — FCC 2019

Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015Provas em Espécie
Código
fc057730
Banca
FCC
Órgão
TRF - 3ª REGIÃO
Ano
2019
Cargo
Técnico Judiciário - Administrativa
De acordo com o Código de Processo Civil, a confissão
  1. Aprovocada é nula de pleno direito.
  2. Bextrajudicial só valerá em juízo se, nos autos do processo, for ratificada pela parte que a tiver feito.
  3. Cpode ser revogada, desde que antes de prolatada a sentença.
  4. Dé ato personalíssimo, não podendo ser feita por representante, ainda que com poder especial.
  5. Eé, em regra, divisível, mas poderá ser cindida em determinados casos.
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GabaritoE — é, em regra, divisível, mas poderá ser cindida em determinados casos.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Confissão no CPC 2015

Gabarito: letra E. A confissão, como meio de prova, é em regra divisível, admitindo que o juiz aceite parte e rejeite outra, mas pode tornar-se indivisível quando o fato confessado não puder ser cindido (ex.: confissão baseada em um único fato). Esse entendimento decorre da sistemática do Código de Processo Civil.

A banca testa o conhecimento das características da confissão judicial, especialmente sua divisibilidade e as exceções. As demais alternativas contêm afirmações incorretas sobre nulidade, necessidade de ratificação, revogabilidade e personalidade do ato.

Alternativa A — ❌ Incorreta

A confissão provocada (obtida por interrogatório ou depoimento pessoal) não é nula de pleno direito. O CPC admite a confissão provocada como meio de prova, e sua validade depende da regularidade do ato processual, não sendo nula por essa razão.

Alternativa B — ❌ Incorreta

A confissão extrajudicial pode ser apresentada em juízo sem necessidade de ratificação nos autos. O CPC considera válida a confissão feita por escrito fora do processo, desde que não haja contestação específica. A ratificação só é exigida se houver impugnação.

Alternativa C — ❌ Incorreta

A confissão não pode ser revogada livremente. Uma vez feita, é ato irrevogável, salvo se provado erro de fato ou coação (vício de consentimento). A possibilidade de revogação antes da sentença não existe, sendo o ato vinculante para o confitente.

Alternativa D — ❌ Incorreta

A confissão não é ato personalíssimo no sentido de que apenas a parte pode fazê-la. O CPC permite que o representante com poderes especiais (procuração com poderes para confessar) realize o ato. Assim, a afirmação de que não pode ser feita por representante é falsa.

Alternativa E — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A confissão é, como regra, divisível: o juiz pode considerá-la apenas em parte, aproveitando o que for favorável à parte contrária e rejeitando o restante. Contudo, quando o fato confessado é único e indivisível (ex.: confissão de que esteve em determinado local), a confissão torna-se indivisível, impedindo o fracionamento. Esse é o entendimento consolidado no direito processual civil.

Gabarito: letra E — a única alternativa que descreve corretamente a confissão no CPC 2015.

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