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Questão de Arquitetura de Computadores — Armazenamento de Dados em Arquitetura de Computadores — FCC 2019

Arquitetura de ComputadoresArmazenamento de Dados em Arquitetura de Computadores
Código
fc057858
Banca
FCC
Órgão
TRF - 4ª REGIÃO
Ano
2019
Cargo
Analista Judiciário - Sistemas de Tecnologia da Informação
Uma Analista de TI precisava de um dispositivo de grande capacidade de armazenamento para backup. Ao analisar as opções disponíveis no mercado, sugeriu corretamente a aquisição do seguinte dispositivo:
  1. Afita LTO-3 Ultrium com capacidade 400GB / 800GB, transferências até 1600MB/s com suporte a fitas tipo WORM.
  2. Bdisco SSD VME (Volatile Memory Express) com conexão PCI, que possui 10 vezes mais capacidade que um HD.
  3. Cdisco Blu-Ray XL com 8 camadas, regravável, com capacidade de até 512 GB.
  4. Dfita LTO-6 Ultrium, com capacidade 2,5TB / 6,25TB e suporte a fitas tipo WORM.
  5. Edisco SAN com diversas portas de rede Ethernet, cada uma com capacidade de até 1TB de armazenamento.
Revelar gabarito e comentário

GabaritoD — fita LTO-6 Ultrium, com capacidade 2,5TB / 6,25TB e suporte a fitas tipo WORM.

Comentário gerado por IA. É um apoio ao estudo, ancorado em fontes, mas pode conter imprecisões — confira sempre na fonte oficial (lei, súmula, edital e gabarito da banca). Encontrou um erro? Use “Reportar”.

Dispositivos de armazenamento para backup

Gabarito: letra D. A fita LTO-6 Ultrium, com capacidade nativa de 2,5 TB e 6,25 TB comprimida e suporte a WORM, é a opção mais adequada para backup de grande capacidade, conforme as especificações da tecnologia LTO (Linear Tape-Open). As demais alternativas apresentam capacidades ou tecnologias incompatíveis com a finalidade.

A banca cobra o conhecimento das características de dispositivos de armazenamento, especialmente fitas magnéticas para backup. A chave é identificar a capacidade real e a aplicação correta de cada tecnologia.

Alternativa A — ❌ Incorreta

A fita LTO-3 tem capacidade nativa de apenas 400 GB (800 GB comprimida), muito inferior ao exigido para grande capacidade de backup. Além disso, a taxa de transferência alegada (1600 MB/s) é irreal para LTO-3, cujo limite real é cerca de 80 MB/s. O suporte a WORM existe, mas os números inviabilizam a opção.

Alternativa B — ❌ Incorreta

O disco SSD descrito como "VME" (provavelmente confusão com NVMe) não é um dispositivo específico e não possui 10 vezes mais capacidade que um HD — atualmente, SSDs chegam a poucos TB, enquanto HDs ultrapassam 20 TB. SSD é inadequado para backup de grande volume devido ao custo por GB e à menor durabilidade em ciclos de gravação. A expressão "Volatile Memory Express" é contraditória (memória volátil vs. não volátil).

Alternativa C — ❌ Incorreta

O Blu‑Ray XL comercial tem no máximo 3 camadas (128 GB), não 8 camadas e 512 GB. A tecnologia óptica é inviável para backups massivos por sua baixa capacidade e lentidão de gravação.

Alternativa D — ✅ Correta ⟵ GABARITO

A fita LTO‑6 Ultrium possui capacidade nativa de 2,5 TB e 6,25 TB com compressão, além de suporte a WORM (Write Once, Read Many), ideal para backups de longo prazo e conformidade. As taxas de transferência típicas (cerca de 160 MB/s nativos) são adequadas. É a escolha correta para grande capacidade de armazenamento de backup.

Alternativa E — ❌ Incorreta

Um "disco SAN" não é um dispositivo específico; SAN (Storage Area Network) é uma arquitetura de rede. As portas Ethernet de um SAN não têm capacidade de armazenamento própria — a capacidade está nos discos conectados à rede. A descrição é confusa e não representa um produto real.

NÃO CAIA NESSA!

A banca explora números de capacidade irreais (LTO‑3 com 1600 MB/s; Blu‑Ray de 512 GB) e confunde conceitos (SAN como disco, SSD como backup). Memorize as capacidades típicas das gerações LTO e limites de cada tecnologia para não cair nessas armadilhas.

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